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Ranking Mundial de Clubes IFFHS 2012-2013

30 dezembro, 2012


Se eu vós disser que o Barcelona é a melhor equipa actualmente para Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS) não será novidade e ninguem discordará. Mas depois analisar os 425 clubes de todos os continentes e verificar nomes gigantes do futebol em posições nada condizentes com a qualidade que os destaca dos demais, ficamos com a resposta do porque de a FIFA não dar acreditação a este ranking.

Ok, a IFFHS tem critérios claros de atribuição das suas pontuações, tais como os graus de dificuldades da ligas onde se inserem os clubes, rendimentos nas ligas nacionais e provas internacionais, mas não deixa de causar um certo espanto sempre que este ranking é actualizado. Neste caso, temos toda a actividade desportiva dos clubes no período compreendido entre fevereiro de 2012 e janeiro de 2013.

O conselho que vós dou, é não levarem este ranking muito a peito porque senão podem ficar desiludidos. Mas não deixa de ter a sua graça.

Ranking da Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS)
01-02-2012 a 31-01-2013

1. FC Barcelona 307,0 pontos
2. Atlético de Madrid 298,0 pontos
3. Chelsea 281,0 pontos
4. Boca Juniors 278,0 pontos
5. Bayern Munique 274,0 pontos
6. Corinthians 273,0 pontos
7. Real Madrid 269,0 pontos
8. Lyon 230,0 pontos
9. Borussia Dortmund 226,0 pontos
10. Universidad do Chile 226,0 pontos

11. Juventus 225,0 pontos
12. Valencia 223,0 pontos
13. São Paulo 216,0 pontos
14. Hannover 210,0 pontos
15. Celtic 209,5 pontos
16. Libertad Asunción 209,5 pontos
17. Fluminense 208,0 pontos
18. Basileia 206,5 pontos
19. Inter de Milão 206,0 pontos
20. Twente 205,5 pontos

21. Lazio 204,0 pontos
22. Athletic Bilbao 204,0 pontos
23. Santos 201,0 pontos
24. Manchester United 200,0 pontos
25. Liverpool 200,0 pontos
26. PSV Eindhoven 196,0 pontos
27. Vélez Sarsfield 195,0 pontos
28. Paris Saint-Germain 194,0 pontos
29. Deportivo Quito 190,5 pontos
30. Cluj 190,0 pontos

31. Ulsan Hyundai Horangi 190,0 pontos
32. Málaga 188,0 pontos
33. Grêmio 188,0 pontos
34. Fenerbahçe 187,0 pontos
35. Anzhi Makhachkala 185,0 pontos
36. Olympiakos 184,5 pontos
37. Nápoles 184,0 pontos
38. Tigre 182,0 pontos
39. Universidad Chile 181,5 pontos
40. Anderlecht 180,5 pontos

41. Genk 179,5 pontos
42. Manchester City 179,0 pontos
43. AC Milan 179,0 pontos
44. Metalist Charkiv 178,5 pontos
45. Monterrey 178,0 pontos
46. Emelec Guayaquil 178,0 pontos
47. Viktoria Plzeň 177,0 pontos
48. Schalke 175,0 pontos
49. Copenhaga 174,5 pontos
50. Bordéus 174,0 pontos

51. Steaua Bucareste 172,0 pontos
52. Arsenal 171,0 pontos
53. Vasco da Gama 168,0 pontos
54. Tottenham 166,0 pontos
55. Olimpia Asunción 165,5 pontos
56. Cerro Porteño 162,0 pontos
57. Marselha 162,0 pontos
58. Sporting 159,5 pontos
59. Shakhtar Donetsk 159,0 pontos
60. Sparta Praga 152,5 pontos

61. Levante 152,0 pontos
62. Udinese 150,0 pontos
63. Unión Española 150,0 pontos
64. Borussia Mönchengladbach 150,0 pontos
65. Dnipro 149,0 pontos
66. Pohang Steelers 149,0 pontos
67. Lanús 149,0 pontos
68. Espérance de Tunis 147,5 pontos
69. Dinamo Zagreb 147,5 pontos
70. Estugarda 146,0 pontos

71. Millonarios Bogotá 146,0 pontos
72. AEL Limassol 145,5 pontos
73. Maribor 144,5 pontos
74. FC Porto 142,5 pontos
75. Al-Hilal 142,5 pontos
76. Benfica 141,0 pontos
77. Santos Laguna 141,0 pontos
78. Bayer Leverkusen 140,0 pontos
79. BATE Borisov 138,0 pontos
80. Rosenborg 136,0 pontos

81. Newcastle 136,0 pontos
82. Tolima 135,0 pontos
83. Ajax 134,5 pontos
84. Internacional Porto Alegre 134,0 pontos
85. Young Boys 132,0 pontos
86. Rubin Kazan 132,0 pontos
87. Atlético Nacional Medellín 132,0 pontos
88. Dinamo Kiev 131,5 pontos
89. Everton 130,0 pontos
90. Molde 129,0 pontos

91. Arsenal Sarandí 129,0 pontos
92. Barcelona Guayaquil 129,0 pontos
93. Club Brugge 128,5 pontos
94. Al-Merreikh 127,5 pontos
95. AZ Alkmaar 127,5 pontos
96. Nacional Montevideo 127,0 pontos
97. Bolívar La Paz 127,0 pontos
98. Galatasaray 127,0 pontos
99. Lille 126,0 pontos
100. Montpellier 126,0 pontos

Restantes clubes portugueses

115. Marítimo da Madeira 115,0 pontos
137. SC Braga 103.5 pontos
247. Academica de Coimbra 81,0 pontos
358. Paços de Ferreira 67,0 pontos

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Clubes desejam regulação do mercado de apostas desportivas online

07 dezembro, 2012


A contradição salta à vista: o sector das apostas desportivas online é dos poucos que tem sentido um forte crescimento em Portugal (a exemplo do que acontece em vários países na Europa e no resto do Mundo), mas as vantagens para os clubes (que alimentam esse crescimento, através da sua actividade) ainda são nulas. Portugal é um país com uma forte adesão das apostas online na internet. Ano após ano, o crescimento no número de apostadores mostra valores muito elevados: estima-se que desde 2008 esse crescimento tenha sido na ordem dos 50 por cento – e nos últimos dois anos a tendência foi para um reforço dessa percentagem.

A regulação do mercado de apostas desportivas foi e é uma das prioridades do mandato de Fernando Gomes como presidente da Liga, agora na Federação Portuguesa de Futebol. A preocupação foi identificada, sublinhando a meta que pretende atingir nos próximos tempos: «Regular o mercado das apostas desportivas com receitas para os clubes que sustentam a possibilidade dessas apostas existirem». Desde aí, foram feitas várias diligências no sentido de se avançar com a resolução de um impasse que prejudica fortemente os interesses dos clubes.

No primeiro trimestre de 2012, foi criada uma Comissão Interministerial criada com o objectivo de apresentar uma proposta de legislação sobre as apostas desportivas, que até hoje nunca foi tornada pública, embora já estejam identificadas algumas das causas para a não aceleração deste processo.

Na proposta terão que ser atendidos os diferentes interesses de uma realidade que envolve vários ‘players’. Se, até agora, o legislador português apenas reconheceu a Jogos Santa Casa da Misericórdia de Lisboa como interveniente legítimo nos jogos sociais, o crescimento muito significativo do mercado de apostas desportivas mostra uma nova realidade que deve ser configurada pela lei.

A solução legislativa encontrada terá que contemplar os objectivos dos jogos sociais e as obrigações dos operadores, perante o Estado, mas também respeitando os direitos dos organizadores de competições desportivas e dos clubes. A utilização de nomes e logos dos clubes deverá ser enquadrada, à luz dos direitos de propriedade intelectual que essa utilização implica. E, acima de tudo, o que está em causa é a utilização da própria actividade dos clubes, através dos jogos.

Há, depois, questões mais específicas da regulação dos operadores e da tributação fiscal que se têm mostrado de difícil resolução – mesmo nos países que apresentam um quadro legal bem mais avançado que o nosso, nesta matéria. Todos estes dados deverão ser pesados numa futura legislação sobre apostas desportivas, em Portugal.

A relação entre operadores e clubes

Independentemente dos pormenores que, em cada país, estão a dominar as discussões sobre as respectivas legislações, mantém-se um clima de tensão entre os organizadores das competições e os operadores de apostas. Se o caminho para a regulação parece ser irreversível, a verdade é que a definição sobre a medida para o justo retorno das compensações a pagar a clubes e ligas está muito longe de ser pacífica.

O rumo terá que passar por um processo legislativo que preveja os interesses de todos. Os avanços na regulamentação permitem a criação de um clima mais propício a acordos entre clubes e operadores - os dois principais interessados nos dois lados desta barricada.

Nas últimas épocas, registou-se um forte aumento nos investimentos dos operadores de apostas em publicidade nos clubes europeus. Em França, esse valor ultrapassou os 100 milhões de euros, só durante o ano de 2010. O crescimento do mercado de apostas desportivas, que parece estar para durar, dependerá sempre da capacidade dos clubes em atrair interessados. Daí que faça todo o sentido que os operadores de apostas online pretendam ser uma parte da solução e não dos problemas para os clubes europeus – é que o sucesso da indústria de apostas desportivas decorre da actividade dos clubes.

Em Portugal, a entrada de operadores na publicidade do futebol começou na temporada 2005-2006, com a Bwin a pagar o naming da I Liga. Uma acção judicial da Santa Casa da Misericórdia levou a uma decisão favorável do Tribunal de Justiça das Comunidades. O Braga, na época seguinte, foi o primeiro clube português a celebrar um acordo com uma operadora online, a Sportingbet, mas uma acção judicial voltou a suspender o negócio acordado. Tal como as decisões anteriores, também o contrato de namimg da Taça da Liga teve de ser suspenso por decisão do tribunal em Portugal.

Em vários países europeus, como em França, Espanha, Inglaterra, ou Alemanha, os operadores de apostas estão entre os principais patrocinadores dos clubes. Um exemplo bem conhecido e visível é, obviamente, o do Real Madrid, que tem a Bwin nas suas camisolas, num contrato de cerca de 23 milhões de euros anuais e agora também no Manchester United.

Apesar das dificuldades do longo caminho legislativo que esta questão continua a exigir em Portugal, bem como noutros países da Europa, a relação entre clubes e operadores parece destinada a ser de entendimento. É que ambos os lados da barricada têm um interesse comum: o de retirar dividendos legítimos do fantástico crescimento, em contraciclo com o resto da economia, o mercado de apostas desportivas online tem tido ao longo dos últimos anos.

Em Portugal, o volume anual transaccionado em apostas desportivas online está próximo dos 700 milhões de euros. Por este valor, dará para ter uma ideia da receita fiscal que, anualmente, o Estado desperdiça, ao não ter legislado ainda sobre a matéria. Um pouco por toda a Europa, a discussão legislativa prossegue, com diferentes abordagens, mas uma tendência geral de demora que sinaliza a dificuldade de se encontrarem consensos. Na Alemanha, o combate tem-se focado no monopólio estadual: a actual legislação prevê que cada lander (estado) tenha competências soberanas para dirigir a sua própria política de gestão de apostas desportivas.

Há casos, como o da Finlândia, em que o monopólio estatal é a via escolhida. Nos países nórdicos, o controlo estatal conjuga-se com uma canalização para o desporto de verbas provenientes das apostas desportivas, para fins públicos. Em Espanha, o anteprojecto preparado em 2010 passou a diploma legal. Numa projecção feita no país vizinho, o Estado perdia 600 milhões de euros todos os anos, ao não legislar sobre o tema. Estima-se que, todos os dias, sejam transaccionados na Europa cerca de 38 milhões de euros em apostas desportivas.

Há, ainda, um conjunto de questões fundamentais a resolver no mercado de apostas: como eliminar os riscos do jogo ilegal?; como defender a integridade das competições desportivas e os direitos dos seus organizadores?; como canalizar verbas obtidas pelas apostas desportivas para o financiamento da actividade desportiva?; como combater o branqueamento de capitais? As dúvidas persistem e o caminho continua a ser longo. Para quando a regulação deste mercado em franco crescimento?

Vantagens da Regulamentação do Mercado de apostas desportivas online

· Preservação da integridade das competições

· Autenticidade dos resultados

· Confiança dos investidores

· Viabilização económica dos clubes

· Arrecadação fiscal para o Estado

· Investimentos publicitários para os clubes, provenientes dos operadores

As grandes questões a resolver

· Como eliminar os riscos das apostas ilegais no desporto?

· Como defender a integridade das competições desportivas?

· Como defender os direitos dos clubes e das Ligas?

· Como canalizar verbas das apostas para o financiamento do desporto?

· Como combater o branqueamento de capitais?

Números e Factos do mercado de apostas

· 700 milhões de euros é o valor estimado das apostas desportivas online movimentadas anualmente em Portugal

· 200 mil é o número aproximado de portugueses que fazem regularmente apostas online

· 208 milhões de euros foi o valor da receita anual da Santa Casa da Misericórdia em 2009, sendo 158 milhões resultantes dos jogos sociais

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Jogo Online: Quais os países europeus onde existe regulação?

30 novembro, 2012


A Europa continua a ser força dominante nas principais decisões e desenvolvimentos da indústria de jogo e apostas nas plataformas digitais para os restantes continentes. É no velho continente que as políticas estão mais avançadas, embora a fragmentação e falta de harmonização ainda presentes.

Nos últimos anos vários países têm caminhado sozinhos no sentido de debelar uma nova realidade, que foi o surgimento do comércio electrónico ou e-commerce, onde a indústria de jogo online está incluída. Nasceram regras especifícias para esta àrea, desde a introdução de leis de conduta para operadores no âmbito das melhores práticas e códigos da União Europeia, defesa do consumidor, provedores, licenças e pagamento de impostos, além do melhor acompanhamento e monitorização das competições desportivas, que como sabemos estão seriamente ameaçadas pelas organizações menos escrupulosas (máfias das apostas) e que actuam de preferência no mercado negro e longe de qualquer ambiente regulamentado.

O ano de 2012 trouxe à luz do desenvolvimento regulatório um novo mercado, a Espanha. Um dos mercados mais fortes e ambicionados pela indústria e que estava em banho-maria (discussões de modelos, etc) há pelos menos cinco anos. Da promessa à realidade também uma parte da Alemanha (o estado de Schleswig-Holstein) avançou para a nova lei de jogo para segmentos de apostas e poker na internet. A Alemanha é sem dúvida o mercado mais cobiçado pelos operadores em solo europeu, mas falta ainda uma decisão a nível federal para abrir definitivamente a porta a todos os outros estados.

No espaço da União Europeia estão já regulados os mercados de Espanha, Itália, França, Reino Unido, Alemanha, Dinamarca, Àustria, Dinamarca, Grécia e em breve muitos outros vão estar ao mesmo nível.

Quanto mais os governos abraçam a regulação dos mercados de jogo online, mais dinamismo e mudanças na indústria têm acontecido. Os jogos a dinheiro real e os jogos sociais juntamente com outras formas de entretenimento digital estão a convergir-se. Ao mesmo tempo, as plataformas móveis são cada vez mais canais importantes de distribuição - cada um destes desenvolvimentos está a ser impulsionado pelos avanços tecnológicos, trazendo novas regulamentações e alterações de encontro às exigências e necessidades dos consumidores.

Apesar da forte crise, a indústria global de jogo online continua em grande crescimento e é um valioso segmento da economia digital, com uma participação crescente no mercado de jogos. Sem contar com os EUA, é estimado um crescimento anual nas receitas na casa dos 7.5% até 2015 através dos grandes segmentos de apostas desportivas, poker, casino e bingo.

Alguns casos europeus

França

A legislação aprovada a 1 de Maio de 2010 legalizou a actividade de vários operadores online. A peça legislativa, que tem sido apontada como possível modelo para outros países europeus, consagra os direitos das organizações desportivas e um retorno financeiro para os organismos desportivos, proveniente dos operadores de apostas pelo uso comercial dos seus conteúdos.

A Liga e a Federação intervêm nas decisões sobre o licenciamento dos operadores no tipo de apostas permitido e recebem um por cento das receitas. Na sequência dessa legislação, a UEFA exigiu também a comissão de um por cento sobre os valores cobrados pelos operadores registados em França, nas apostas relativas aos jogos da Champions, Liga Europa e jogos das selecções.---

Espanha

Foi aprovado a Lei de Regulação do Jogo. As primeiras licenças (cada uma a dez mil euros) foram emitidas no primeiro trimestre de 2012. A questão fiscal gerou tensões entre operadores e reguladores. Um relatório do Ministério das Finanças espanhol aponta para que a Comissão Nacional do Jogo possa arrecadar cerca de 11,5 milhões de euros por ano, só em novas taxas aplicadas aos operadores que foram legalizados.

Holanda

O governo holandês deu parecer favorável, em Dezembro de 2010, para que se avance com legislação (apenas para as empresas nacionais), estando prevista a abertura a operadores estrangeiros até 2015. O parecer prevê que o governo mantenha uma supervisão do sector, através de uma entidade reguladora. Prevê-se uma arrecadação fiscal anual na ordem dos 10 milhões de euros, valor que poderá aumentar significativamente depois da abertura a operadores internacionais. Uma parte das receitas do jogo online passarão a ser atribuídas aos clubes. Actualmente, o monopólio da exploração do jogo pertence ao Holland Casino, entidade estatal.

Itália

A Reforma do Jogo Online, aprovada em 2006, legalizou as apostas desportiva na internet, permitindo aos operadores internacionais a obtenção de uma licença de jogo italiana. O processo é supervisionado pela AAMS, agência estatal. Nos últimos anos houve várias movimentações legais e jurídicas que complicaram os avanços em torno do tema, mas a necessidade de se aumentar as receitas fiscais lançou a Itália como país pioneiro a nível europeu. A preocupação com os sites ilegais tem atrasado o processo de liberalização do mercado, mas o aumento significativo de licenças atribuídas pela AAMS dá conta de uma evolução positiva.

Dinamarca

Está a ser afinada legislação que aponta para uma liberalização regrada do mercado de apostas desportivas. Foi aprovada, em Junho de 2010, legislação de jogo online que aponta um caminho semelhante ao caso francês, com abertura para a actividades dos operadores privados.

Reino Unido

A longa experiência britânica no mercado tradicional de apostas desportivas, com mais de quatro décadas de liberalização com regras, facilitou o enquadramento legal das apostas online, previsto em ambiente semelhante.

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EUA: Estados onde existe regulação do Jogo Online

08 novembro, 2012


Para quem acreditava ser possível uma aprovação federal para dar início ao mercado unificado regulado dos jogos e apostas online nos Estados Unidos da América, vai ter que esperar por 2013, e pela formação do novo senado e novo projecto de lei. O segmento de Poker até tinha bastantes esperanças para se tornar no primeiro jogo liberado pelos deputados, mas com as eleições presidenciais pelo meio, não foi a tempo de gerar consenso e ser debatido sobre o orçamento no Senado.

Harry Reid, principal impulsionador do projecto de lei, diz que ainda é preciso trabalhar muito para conseguir o consenso. Harry Reid, apesar de ser o líder da maioria no Senado e Democrata, precisava de votos da bancada Republicana para conseguir passar o projecto de lei sobre o poker online. Além disso, e para conseguir levar o projecto de lei a debate, terá sempre de convencer os seus colegas de Senado, a juntar a lei sobre o poker online ao debate do orçamento, como mais uma potencial receita para o estado.

Enquanto não existe uma Lei oficial para o jogo na internet que seja comum a todos os estados norte-americanos, outros estados preferiram caminhar sozinhos e adoptar as suas próprias leis para os seus cidadãos e ao mesmo tempo angariar receitas fiscais para promover as suas economias locais.

Como é de conhecimento geral, os EUA divididem-se em 50 estados, mas apenas sete seguiram o caminho pela própria regulação do jogo online, um pouco à imagem do que sucede na europa, mais concretamente no estado de Schleswig-Holstein, na Alemanha.

Quase a terminar o ano de 2012, o mercado é ainda demasiado fragmentado, e onde apenas no pequeno Estado do Nevada, com apenas 2 milhões e 700 mil habitantes é possível jogar online de forma legal. Depois de Nevada, existe ainda outros seis Estados com projectos de Lei avançados para regular a indústria dos jogos de azar online. São eles, New Jersey, Florida, Califórnia, Iowa, Mississippi e Havaí.

Depois ainda existe a problemática dos impostos que os diversos estados impõem aos operadores e jogadores. Enquanto no Nevada, os políticos locais conseguiram criar um modelo fiscal justo para quem investe no mercado local, nos restantes 6 estados em geral, é pedido a exemplo milhões e milhões de dolares para uma licença de apenas 1 ano, acrescidos de alta taxação nas eventuais receitas brutas obtidas.

É portanto, ainda neste cenário embrionário, que os consumidores dos EUA têm assistido de cadeira aos avanços e recuos dos seus líderes, estando para já estes, sujeitos às rigorosas leis, ou seja, impedidos de usufruir dos seus plenos direitos e liberdades, isto num país que goza a ideia generalizada que é o país mais livre do mundo!

Como em qualquer processo político, o momento e as perspectivas de qualquer destas medidas federais ou estaduais em tornarem-se Leis oficais é ainda incerto.

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Joseph Blatter: Apostas ilegais e manipulação ameaças principais para a FIFA

04 novembro, 2012


O presidente da FIFA, Joseph Blatter, voltou a reconhecer que as apostas ilegais e a manipulação de resultados converteram-se no inímigo número um (1) no mundo do futebol.

O dirigente máximo da FIFA sublinha que este tipo de comportamentos ilícitos têm ferido de forma geral o futebol, e que a FIFA tem vindo a trabalhar em conjunto com as autoridades dos países onde estão presentes os membros Federação Internacional de Futebol no sentido de detectar e punir todos aqueles não seguem as regras pela integridade desportiva.

“Hoje, o inímigo principal do futebol são as apostas ilegais e manipulação de jogos. Estamos a trabalhar com autoridades políticas e policíais sobre este assunto", afirmou Blatter.

Há muito tempo que a FIFA, em cooperação com agências e operadores de apostas legais, vem defendendo a integridade desportiva. Nas palavras do seu presidente, Joseph Blatter, e referindo-se à colaboração da FIFA com os operadores de apostas desportivas: “Precisamos de proteger a integridade do desporto. O futebol está a ser vítima de pessoas que abusam da plataforma que o futebol viabiliza. A FIFA tem concentrado os seus esforços em assegurar que o desporto seja justo e isento de casos dúbios, e todos têm que fazer a sua parte."

Blatter garante tolerância zero pela protecção das competições pedindo mais e melhor cooperação entre associações desportivas e instituições governamentais.

“Esta é também uma chamada de atenção para os dirigentes, jogadores, àrbitros e treinadores de que temos de cuidar do futebol destes agentes externos que nos querem destruir. Temos que proteger a família do futebol de dentro e não esperar que nos ajudem de fora", acrescentou Blatter.

A FIFA tem actualmente um acordo implementado com a Interpol no combate às apostas ilegais de modo a prevenir e descobrir situações anómalas.

Se um jogo de futebol está já decidido antes do apito inicial, perde totalmente a sua alma e sentido. A pensar nestas questões, a FIFA criou a Early Warning System GmbH (EWS), que desde 2007, monitoriza milhões de jogos e volumes de apostas envolvidos.

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Conheça o Estádio Camp Nou do Barcelona

01 novembro, 2012


Se eu no meu último post, disse que era imperdível a visita ao Estádio Santiago Bernabéu, propriedade do Real Madrid, em Barcelona, é imperial conhecer o maior estádio da europa, e quinto a nível mundial, Estádio Camp Nou e casa da equipa que pratica o melhor futebol da actualidade, e onde alinham Messi, Iniesta e Xavi, etc.

O Estádio Camp Nou, muito semelhante ao antigo Estádio da Luz (Benfica), chegou a ter capacidade para 120 mil pessoas, mas com algumas obras de melhoramento e colocação de cadeiras é hoje recinto para 99.354 espectadores. O seu aspecto gigantesto não deixa ninguém indiferente, nem mesmo aquele a quem o futebol pouco diz. Eu costumo dizer quando vou a Camp Nou, que o Estádio do Barcelona é o Colosseo de Roma dos tempos modernos, salvo o exagero, onde ao contrário do exemplo italiano, homens são dominados por outra raça de homens, os artistas da bola.

Por muito apreço que os adeptos do Barcelona sintam por Camp Nou, é um estádio obsoleto, velhinho, datado de 1957, e não deve fugir muito brevemente ao cruel destino que outros grandes estádios europeus e mundiais sofreram, a reconstrução ou construção de um novo recinto. É também um estádio classificado com 5 estrelas pela UEFA, e tem vários espaços VIP espalhados por vários sectores, mas o público em geral (90%) sofre com a falta de condições. Como referi no Santiago Bernabéu, também em Camp Nou é necessário avisar para os cuidados daqueles que sofrem com vertigens. O último topo, lá bem no alto, não é brincadeira nenhuma e tem uma elevada inclinação.

Para fazer o Tour do Estádio Nou Camp com acesso a todos os locais de honra do recinto é preciso pagar 24 euros, para uma média de 1h30 de visita. Já para assistir a um jogo do FC Barcelona vai precisar no minímo de 60 euros (lugares mais baratos) até 140 euros (estes para os melhores lugares).

Foto Galeria do Estádio Camp Nou - Barcelona

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Visita ao Estádio Santiago Bernabéu

31 outubro, 2012


Para quem visita a bela cidade de Madrid, gosta de futebol e não passa no Estádio Santiago Bernabéu, pode ficar com um gosto amargo no regresso a casa. Apesar da capital de Espanha ter inúmeros locais relevantes a visitar, e dois grandes clubes, Real e Atlético, vale muito, quanto a mim, passar por uma das históricas catedrais do futebol europeu, e actual casa de Mourinho, Cristiano Ronaldo, Fábio Coentrão e Ricardo Carvalho.

Para quem tem o desejo de visitar o Estádio do Real Madrid, tem necessáriamente de dispôr de pelo menos duas horas e dinheiro na carteira. Todos os dias, inclusíve fins-de-semana, é possível fazer o Tour pelo Santiago Bernabéu. Todos os locais sem excepção, desde zonas VIP, tribuna presidencial, passando pelo túnel ao relvado e respectivos bancos de suplentes, e a fechar no museu e loja do clube, são atractivos mais que suficientes para sentir a grandiosidade do Real Madrid. O percurso pelos bastidores do Santiago Bernabéu, tal como eu disse, são aproximadamente 2 horas (+/-), o tempo de um jogo de futebol com intervalo.

A visita (Tour) ao Estádio Santiago Bernabéu tem o custo de 19 euros por pessoa, mas para quem tiver oportunidade e capacidade financeira para assistir a um jogo do Real Madrid é melhor ir preparado. Duvido que consiga um bilhete por menos de 70 euros, e falamos da bancada de topo e precisamente na zona mais alta do recinto. Não aconselho a pessoas que sofram de vertigens. Para as zonas Vips, os bilhetes vão dos 125 euros aos 400 euros, ou mais, dependendo da importância do jogo em questão.

Na minha opinião, o Estádio Santiago Bernabéu, vale pela imponência e relevância história. É classificado como estádio de 5 estrelas pela UEFA, tem realmente zonas luxuosas, mas grande parte do estádio denota já o peso da idade.

O meu próximo post é dedicado ao Estádio Camp Nou, do FC Barcelona, que também mereceu a minha visita. Podem consultar neste link.

Foto galeria do Estádio Santiago Bernabéu - Real Madrid

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Ranking de Clubes UEFA 2012: Coeficientes dos clubes portugueses e europeus

31 agosto, 2012


O ranking de coeficientes dos clubes da UEFA ao contrário do ranking tipo Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS) tem critérios realistas e importantes para a definição dos clubes representativos das respectivas federações da europa pelos vários "potes" a sorteio. Quanto melhor for esse coeficiente, obviamente bem melhor posição estará na atribuição dos grupos na Liga dos Campeões ou Liga Europa.

Neste campo, e atraindo as atenções para os clubes portugueses, o FC Porto destaca-se do demais ocupando o 7ª lugar com 93.466 pontos obtidos nas últimas cinco épocas desportivas. Na 14ª posição aparece o Benfica com 80.466 pontos, o Sporting em 20ª lugar com, 65.466 pontos, e por fim, o Braga na 26ª posição. Já fora do top 100, e consequentemente sem hipóteses de serem cabeça-de-série, aparece o Nacional da Madeira no lugar 103ª. Ainda constam as equipas portuguesas do Marítimo, Vitória de Guimarães, Académica de Coimbra, Paços de Ferreira e Vitória de Setúbal.

Na frente da tabela, aparecem Barcelona, Manchester United e Bayern de Munique no top 3, clubes que fizeram as melhores campanhas nos últimos 5 anos.

Sistema de pontos atribuídos na Liga dos Campeões

Eliminação na primeira pré-eliminatória – 0.5 pontos
Eliminação na segunda pré-eliminatória – 1 ponto
Presença na fase de grupos – 4 pontos
Vitória em jogo da fase de grupos – 2 pontos
Empate em jogo da fase de grupos – 1 ponto
Presença nos oitavos-de-final – 4 pontos

Desde 2009/2010, os clubes recebem um ponto adicional por atingirem os oitavos-de-final, quartos-de-final, meias-finais e final.

Nota: Não são atribuídos pontos aquando da eliminação na terceira pré-eliminatória ou nos "play-offs", visto que esses clubes rumam à Liga Europa e receberão, então, os pontos referentes à participação nessa prova.

Sistema de pontos atribuídos na Liga Europa

Eliminação na primeira pré-eliminatória – 0.25 pontos
Eliminação na segunda pré-eliminatória – 0.5 pontos
Eliminação na terceira pré-eliminatória – 1 ponto
Eliminação nos "Play-offs" – 1.5 pontos
Vitória em jogo da fase de grupos – 2 pontos
Empate em jogo da fase de grupos – 1 ponto

A partir de 2009/2010, os clubes garantem um mínimo de dois pontos por atingirem a fase de grupos e recebem um ponto adicional se atingirem os quartos-de-final, meias-finais ou final.

* Os desempates por pontapés da marca de grande penalidade não interferem no sistema de cálculo.

Cálculo do coeficiente

O coeficiente dos clubes é determinado a partir da soma de todos os pontos conquistados nas anteriores cinco temporadas, mais 20 por cento do coeficiente da respectiva federação referente a esse mesmo período (33 por cento antes de 2009)

Ranking de Clubes da UEFA 2012

1. FC Barcelona - 141.462 pontos
2. Manchester United - 120.507 pontos
3. Bayern Munique - 119.494 pontos
4. Real Madrid - 116.462 pontos
5. Chelsea - 115.507 pontos
6. Arsenal - 101.507 pontos
7. FC Porto - 93.466 pontos
8. Inter de Milão - 92.962 pontos
9. Atlético de Madrid - 91.462 pontos
10. Valencia - 89.462 pontos

11. Olympique Lyon - 86.500 pontos
12. Shakhtar Donetsk - 86.118 pontos
13. AC Milan - 81.962 pontos
14. SL Benfica - 80.466 pontos
15. CSKA Moscovo - 76.766 pontos
16. Olympique de Marselha - 76.500 pontos
17. Schalke - 72.494 pontos
18. Liverpool - 69.507 pontos
19. Manchester City - 66.507 pontos

20. Sporting Clube de Portugal - 65.466 pontos
21. Villarreal - 65.462 pontos
22. Dynamo Kiev - 65.118 pontos
23. Zenit St Petersburgo - 62.766 pontos
24. Ajax - 61.717 pontos
25. PSV Eindhoven - 61.717 pontos
26. SC Braga - 61.466 pontos
27. Werder Bremen - 58.494 pontos
28. Twente - 56.717 pontos
29. Metalist Kharkiv - 54.618 pontos
30. Olympiacos - 53.520 pontos

31. Tottenham Hotspur - 53.507 pontos
32. Paris Saint-Germain - 53.500 pontos
33. Hamburgo - 53.494 pontos
34. Juventus - 52.962 pontos
35. Sevilha - 52.962 pontos
36. AS Roma - 51.462 pontos
37. Estugarda - 49.494 pontos
38. Bordéus - 48.500 pontos
39. Athletic Bilbao - 47.462 pontos
40. Bayer Leverkusen - 45.494 pontos

41. Standard de Liège - 45.440 pontos
42. Basileia - 44.735 pontos
43. Fulham - 43.507 pontos
44. FC Copenhaga - 42.980 pontos
45. Lille - 42.500 pontos
46. Rubin Kazan - 42.266 pontos
47. Anderlecht - 41.440 pontos
48. Udinese - 40.962 pontos
49. Nápoles - 40.962 pontos
50. Fiorentina - 40.962 pontos

51. Spartak Moscovo - 39.766 pontos
52. Wolfsburgo - 39.494 pontos
53. AZ Alkmaar - 39.217 pontos
54. Panathinaikos - 39.020 pontos
55. Borussia Dortmund - 38.494 pontos
56. BATE Borisov - 38.125 pontos
57. Galatasaray - 35.960 pontos
58. Club Brugge - 35.440 pontos
59. APOEL Limasol - 35.266 pontos
60. Besiktas - 33.460 pontos

61. Hannover - 32.494 pontos
62. PAOK Salónica - 28.520 pontos
63. Celtic - 28.178 pontos
64. Red Bull Salzburgo - 27.975 pontos
65. Hapoel Tel-Aviv - 27.425 pontos
66. Hertha Berlin - 26.494 pontos
67. Cluj - 26.084 pontos
68. Steaua Bucureste - 26.084 pontos
69. Fenerbahçe - 25.960 pontos
70. Aston Villa - 25.507 pontos

71. Saint-Étienne - 25.500 pontos
72. Málaga - 25.462 pontos
73. Lazio - 24.962 pontos
74. Dinamo Zagreb - 24.866 pontos
75. Sampdoria - 23.962 pontos
76. Lech Poznań - 23.650 pontos
77. Everton - 23.507 pontos
78. Racing Santander - 23.462 pontos
79. Stoke City - 22.507 pontos
80. Deportivo da Corunha - 22.462 pontos

81. Sparta Praga - 22.345 pontos
82. Glasgow Rangers - 22.178 pontos
83. Birmingham City - 21.507 pontos
84. Portsmouth - 20.507 pontos
85. Getafe - 20.462 pontos
86. Trabzonspor - 19.960 pontos
87. Lokomotiv Moscovo - 19.766 pontos
88. Aalborg - 19.480 pontos
89. Genk - 19.440 pontos
90. Heerenveen - 19.217 pontos

91. Newcastle United - 17.507 pontos
92. Nancy - 17.500 pontos
93. Levante - 17.462 pontos
94. Anorthosis Famagusta - 17.266 pontos
95. Palermo - 16.962 pontos
96. Unirea Urziceni - 16.584 pontos
97. AEK Atenas - 16.520 pontos
98. Montpellier - 16.500 pontos
99. Auxerre - 16.500 pontos
100. Áustria de Viena - 16.475 pontos

Restantes clubes portugueses

103. Nacional da Madeira - 15.966 pontos
125. Marítimo da Madeira - 12.966 pontos
126. Vitória de Guimarães - 12.966 pontos
137. Académica de Coimbra - 11.466 pontos
138. Paços de Ferreira - 11.466 pontos
139. Vitória de Setúbal - 11.466 pontos

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Ranking de clubes IFFHS 2012: Barcelona líder e Sporting 1ª clube português

28 agosto, 2012


O sempre divertido ranking da Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS) actualizou a sua base de dados e divulgou uma lista com 529 clubes e respectivos coeficientes e posições no futebol mundial. Da Europa à América do Sul, passando pela Àsia e África, este ranking absorve todas as competições continentais.

No que toca a impressões sobre as equipas portuguesas, o Sporting mantêm a liderança neste capítulo nacional. Os leões ocupam o 27ª lugar, mas mesmo assim desceram dez posições em relação ao último ranking. O Benfica prossegue no segundo lugar apesar da queda do 62ª para o 73ª lugar. No terceiro posto vem o Braga ocupando a posição 90ª (desceu do 71ª lugar), e por fim, já fora do top 100 encontra-se o FC Porto na posição 107ª, quando no mês anterior ocupava o lugar 99ª. Aindam estão representados neste ranking as equipas do Marítimo no lugar 167ª e a Académica de Coimbra na posição 412ª.

No que respeita ao Top 10, o Barcelona segue consecutivamente há várias semanas em primeiro lugar, seguido das equipas sul-americanas do Universidad de Chile e Boca Juniors. Convém referir que muitas das equipas da América do Sul competiram durante os últimos meses na Libertadores e Sul-americana, acabando por reflectir o grande número de equipas deste continente nos primeiros lugares. O Corinthians, por exemplo, venceu a Copa Libertadores, mas por outro lado, não tem feito uma boa carreira no seu campeonato nacional e aparece apenas no oitavo lugar.

Depois temos casos de grandes clubes europeus e sul-americanos muito mal classificados e alguns nem constam no top 100. É daquelas coisas dificil de entender, mas as regras do IFFHS são mesmo assim: este ranking tem em conta todos os resultados nos campeonatos, taças nacionais e competicões de clubes das seis confederações continentais e da FIFA.

Ranking (Setembro 2012) da Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS)

1. FC Barcelona 343,0 pontos
2. Universidad de Chile 300,0 pontos
3. Boca Juniors 286,0 pontos
4. Real Madrid 281,0 pontos
5. Atlético de Madrid 264,0 pontos
6. Chelsea 256,0 pontos
7. Bayern Munique 248,0 pontos
8. Corinthians 248,0 pontos
9. Athletic de Bilbao 240,0 pontos
10. Vélez Sarsfield 227,0 pontos

11. Libertad Asunción 226,0 pontos
12. Twente 222,0 pontos
13. Santos 217,0 pontos
14. Basileia 213,0 pontos
15. Fluminense 212,0 pontos
16. Nápoles 211,0 pontos
17. Vasco da Gama 208,0 pontos
18. PSV Eindhoven 200,0 pontos
19. Manchester City 196,0 pontos
20. Celtic 194,5 pontos

21. AC Milan 194,0 pontos
22. Olympiakos 194,0 pontos
23. Valencia 194,0 pontos
24. Hannover 194,0 pontos
25. Deportivo Quito 192,0 pontos
26. Anderlecht 190,0 pontos
27. Sporting Clube de Portugal 189,0 pontos
28. Inter de Milão 185,0 pontos
29. Borussia Dortmund 184,0 pontos
30. Lyon 181,0 pontos

31. Schalke 180,0 pontos
32. Manchester United 177,0 pontos
33. Monterrey do México 174,0 pontos
34. Juventus 173,0 pontos
35. Marselha 173,0 pontos
36. Internacional Porto Alegre 172,0 pontos
37. Metalist Kharkiv 171,0 pontos
38. Lazio 170,0 pontos
39. Viktoria Plzeň 169,5 pontos
40. Arsenal 169,0 pontos

41. Emelec do Equador 167,5 pontos
42. Espérance da Tunisia 166,5 pontos
43. Paris Saint-Germain 166,0 pontos
44. Liverpool 164,0 pontos
45. FC Copenhaga 160,0 pontos
46. Udinese 160,0 pontos
47. Santos Laguna do México 157,5 pontos
48. Maribor 157,5 pontos
49. Ulsan Hyundai FC da Coreia do Sul 157,0 pontos
50. Tottenham 156,0 pontos

51. Olimpia do Paraguai 153,5 pontos
52. Arsenal Sarandí da Argentina 153,0 pontos
53. PAOK 152,0 pontos
54. AZ Alkmaar 149,5 pontos
55. Shakhtar Donetsk 3 149,5 pontos
56. Universidad Católica do Chile 147,5 pontos
57. Fenerbahçe 147,5 pontos
58. Steaua de Bucareste 147,0 pontos
59. Cluj 146,5 pontos
60. Dinamo Zagreb 145,5 pontos

61. APOEL Nicósia 144,0 pontos
62. Jeonbuk Hyundai Motors da Coreia do Sul 143,0 pontos
63. Club Brugge 143,0 pontos
64. Dinamo Kiev 140,5 pontos
65. Cerro Porteño do Paraguai 139,5 pontos
66. Al-Hilal do Sudão 139,5 pontos
67. Grémio de Porto Alegre 138,0 pontos
68. Lanús da Argentina 137,0 pontos
69. Lille 135,0 pontos
70. Unión Española do Chile 134,5 pontos

71. Genk 134,0 pontos
72. Anzhi Makhachkala 133,5 pontos
73. Sport Lisboa e Benfica 132,0 pontos
74. AEL Limassol 132,0 pontos
75. Standard de Liège 131,0 pontos
76. Rapid Bucareste 130,5 pontos
77. BATE Borisov 129,0 pontos
78. Flamengo 129,0 pontos
79. Bordéus 128,0 pontos
80. Ajax 126,5 pontos

81. São Paulo 126,0 pontos
82. Kashiwa Reysol do Japão 125,0 pontos
83. Rosenborg 125,0 pontos
84. Legia Varsóvia 125,0 pontos
85. Vaslui 125,0 pontos
86. Cruz Azul do México 124,5 pontos
87. Nacional de Montevideo 124,0 pontos
88. Málaga 123,0 pontos
89. Pohang Steelers da Coreia do Sul 123,0 pontos
90. Sporting Clube de Braga 122,0 pontos

91. Sparta de Praga 121,5 pontos
92. LDU do Equador 121,5 pontos
93. Levante 120,0 pontos
94. Independiente da Argentina 120,0 pontos
95. Esteghlal FC do Irão 119,0 pontos
96. Rubin Kazan 119,0 pontos
97. Bayer Leverkusen 119,0 pontos
98. Barcelona Guayaquil do Equador 118,5 pontos
99. Nacional Medellín da Colombia 118,5 pontos
100. Tigre da Argentina 118,0 pontos

101. Hapoel Tel-Aviv 118,0 pontos
102. Borussia Mönchengladbach 118,0 pontos
103. Al-Merreikh do Sudão 118,0 pontos
104. Al-Hilal da Arábia Saudita 117,5 pontos
105. Zenit St. Petersburgo 117,0 pontos
106. Partizan Belgrado 117,0 pontos
107. Futebol Clube do Porto 117,0 pontos
108. Panathinaikos 117,0 pontos
109. Montpellier 116,0 pontos
110. Coritiba 116,0 pontos

111. Red Bull Salzburgo 115,0 pontos
112. Palmeiras 114,0 pontos
113. Bursaspor 114,0 pontos
114. Besiktas 112,5 pontos
115. Al-Ittihad Jeddah da Arábia Saudita 112,5 pontos
116. Newcastle 112,0 pontos
117. Junior Barranquilla da Colombia 111,5 pontos
118. FC Tokyo do Japão 110,0 pontos
119. Everton 110,0 pontos
120. Rennes 110,0 pontos

Restantes clubes portugueses

167. Marítimo da Madeira 96,5 pontos
412. Associação Académica de Coimbra 62,0 pontos

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Ranking UEFA: Portugal, França e Itália na luta pelo 4ª posto

26 agosto, 2012


A presente época 2012/2013, poderá nas melhores das hipóteses levar Portugal ao quarto lugar da hierarquia do futebol europeu de clubes. Para que esse objectivo seja possível, os seis clubes portugueses nas competições europeias terão de somar pontos e esperar que França e Itália mantenham as fracas prestações dos últimos anos. Neste momento Portugal ocupa o 6ªlugar a somente meio ponto dos franceses e a 2,813 pontos da Itália.

Na frente do ranking seguem destacados Espanha e Inglaterra, com a Alemanha a consolidar o terceiro lugar fruto dos excelentes resultados obtidos nos últimos 5 anos.

Este ranking determina o número de lugares destinados a cada federação na temporada seguinte das competições de clubes da UEFA.

Sistema de pontos

1. Cada clube conquista dois pontos por uma vitória e um ponto por empate (um ponto por vitória e meio ponto por empate em encontros que digam respeito a pré-eliminatórias e "play-offs").

2. Clubes que atinjam os oitavos-de-final, quartos-de-final, meias-finais e final da Liga dos Campeões, ou quartos-de-final, meias-finais e final da Liga Europa recebem um ponto extra por cada uma destas rondas em que marquem presença.

3. São, ainda, atribuídos quatro pontos pela presença na fase de grupos da Champions League e quatro pontos extra pela qualificação para os oitavos-de-final.

Cálculo do coeficiente

O coeficiente é calculado através da obtenção de um valor médio: dividindo o número total de pontos obtidos pelo número total de clubes que, nessa temporada, representam a federação no conjunto das duas competições de clubes da UEFA. O valor obtido é, depois, somado aos valores das quatro temporadas anteriores, obtendo-se assim o coeficiente. Caso duas federações apresentem o mesmo coeficiente, será colocada em primeiro lugar a que ostentar um valor mais elevado na temporada mais recente.

Ranking UEFA completo dos países 2012/2013 (actual)

1. Espanha 77.882 pontos (7 equipas/7)
2. Inglaterra 73.249 pontos (7 equipas/7)
3. Alemanha 68.471 pontos (7 equipas/7)
4. Itália 55.314 pontos (6 equipas/6)
5. França 53.000 pontos (6 equipas/6)
6. Portugal 52.501 pontos (6 equipas/6)
7. Ucrânia 46.258 pontos (4 equipas/6)
8. Holanda 43.729 pontos (3 equipas/7)
9. Rússia 41.665 pontos (4 equipas/6)
10. Grécia 32.800 pontos (2 equipas/5)

11. Bélgica 32.600 pontos (3 equipas/5)
12. Turquia 27.700 pontos (2 equipas/5)
13. Chipre 26.333 pontos (1 equipa/4)
14. Dinamarca 25.100 pontos (2 equipas/5)
15. Áustria 24.875 pontos (1 equipa/4)
16. Suíça 24.175 pontos (2 equipas/4)
17. Israel 22.125 pontos (2 equipas/4)
18. Roménia 20.824 pontos (2 equipas/5)
19. Polónia 20.750 pontos (0 equipas/4)
20. Bielorrússia 20.625 pontos (1 equipa/4)

21. República Checa 20.225 pontos (2 equipas/4)
22. Croácia 19.333 pontos (1 equipa/4)
23. Suécia 14.625 pontos (2 equipas/4)
24. Eslováquia 14.208 pontos (0 equipas/4)
25. Sérvia 14.125 pontos (1 equipa/4)
26. Escócia 13.391 pontos (1 equipa/5)
27. Noruega 13.375 (2 equipas/5)
28. Bulgária 12.250 pontos (0 equipas/4)
29. Hungria 11.750 pontos (1 equipa/4)
30. Eslovénia 9.708 pontos (1 equipa/4)

31. Geórgia 9.166 pontos (0 equipas/4)
32. Finlândia 8.508 pontos (0 equipas/5)
33. Azerbaijão 8.041 pontos (1 equipa/4)
34. Bósnia e Herzegovina 7.833 pontos (0 equipas/4)
35. Moldávia 7.666 pontos (0 equipas/4)
36. República da Irlanda 7.375 pontos (0 equipas/4)
37. Lituânia 6.500 pontos (0 equipas/4)
38. Cazaquistão 5.958 pontos (0 equipas/4)
39. Letónia 5.791 pontos (0 equipas/4)
40. Islândia 5.416 pontos (0 equipas/4)

41. Montenegro 5.250 pontos (0 equipas/4)
42. Macedonia 5.250 pontos (0 equipas/4)
43. Albânia 4.166 pontos (0 equipas/4)
44. Malta 3.958 pontos (0 equipas/4)
45. Liechtenstein 3.500 pontos (0 equipas/1)
46. Luxemburgo 3.375 pontos (0 equipas/4)
47. Irlanda do Norte 3.083 pontos (0 equipas/4)
48. País de Gales 2.583 pontos (0 equipas/4)
49. Estónia 2.208 pontos (0 equipas/4)
50. Arménia 1.750 pontos (0 equipas/4)

51. Ilhas Faroé 1.583 pontos (0 equipas/4)
52. San Marino 0.666 pontos (0 equipas/3)
53. Andorra 0.500 pontos (0 equipas/3)

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Rafael Nadal embaixador da PokerStars

23 agosto, 2012


A empresa PokerStars conseguiu contratar Rafa Nadal como seu novo embaixador, numa altura em que o mercado legalizado espanhol de jogo e apostas online é já uma realidade. A visibilidade desta aposta num dos melhores jogadores de ténis de todos os tempos pode vir a ajudar o segmento de poker no país vizinho, que actualmente debate-se com problemas relacionados com a elevada tributação imposta aos jogadores e empresas o que tem causado impacto negativo na competitividade da actividade e perda acentuada de receitas.

Tem havido conversações entre associações de jogadores profissionais, empresas online e autoridades legais de modo a encontrarem um ponto de equilibrio nos impostos a apurar e evitar assim a debandada geral dos players para países com tributações mais apetecíveis, ou mesmo não reguladas. Este é um dos problemas que tenho apontado nos mercados regulados. Regular sim, mas não matar a "galinha dos ovos de ouro" com políticas e tributações que levem os jogadores a refugiar-se no mercado negro.

Quanto a Rafael Nadal, representará a PokerStars em torneios online, acções de solidariedade e campanhas publicitárias.

"O Rafa Nadal representa tudo o que de bom tem a competição - a mistura de talento, intelecto, dedicação e força mental que se encontram nos campeões de todos os desportos," disse Mark Scheinberg, presidente da PokerStars. "Estamos orgulhosos por contar com o Rafa como nosso embaixador, e mal podemos esperar pela oportunidade de o ajudarmos a melhorar o seu jogo."

"Não é segredo nenhum que adoro competir e que dou o meu melhor em tudo, quer seja no ténis, golfe ou vídeo jogos. Quando descobri o poker, escolhi a PokerStars porque eles compreendem o que é preciso para ser o melhor e associarem-se às qualidades dos campeões. Estou muito contente por trabalhar com eles," foram as declarações de Rafa Nadal.

A PokerStars apresentou o seu spot publicitário: um anúncio para a Aplicação Mobile protagonizado por Rafael Nadal!

No press release que acompanhava a apresentação do anúncio estavam também presentes as afirmações de Nadal:

"Ainda sou relativamente "novo" a jogar poker e estou concentrado em ser um bom jogador, pelo que não tive muitas dificuldades em representar neste vídeo. Como a PokerStars tem uma versão mobile posso jogar com amigos em qualquer lugar quer seja no meu telemóvel ou tablet!"

A estrela do ténis mundial que se associou à sua Team SportStars afirmou ainda esperar progredir utilizando algumas das suas "skills" do court.

"Os meus amigos sabem que sou naturalmente competitivo, o que me foi útil na minha carreira de ténis. Espero que algumas das coisas que desenvolvi no ténis me ajudem a melhorar o meu jogo de poker."

O spot de aproximadamente 30 segundos foi filmado em Barcelona e faz parte de uma séria de anúncios aos quais Rafael Nadal dará a cara.

Alex Payne, PokerStars Chief Marketing Officer, não poupou elogios a Nadal:

"O Rafa é um atleta altamente competitivo, um estratega reconhecido pela sua integridade tanto dentro como fora do court de ténis. Esta qualidades fazem dele um embaixador ideal para a PokerStars e para o jogo do poker. A ligação de Nadal permitirá corrigir a percepção de algumas pessoas sobre o jogo e dar enfâse à mistura de estretégia e divertimento que compõe o poker quando jogado com responsabilidade."

Vídeo do spot de Nadal



Nadal aprende a fazer Bluf



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Jogo Online e Publicidade na UE: Exemplo prático de Fragmentação

21 agosto, 2012



O artigo que se segue vem confirmar as palavras do Comissário para o Mercado Interno da UE, Michel Barnier, de que é preciso caminhar para uma harmonização e evitar a fragmentação das leis de jogos e apostas online no espaço EURO para que "casos" como o que vou relatar não intupam o Tribunal de Justiça da UE.

No processo concreto, dois casinos online eslovenos pediram autorização à Àustria para fazer publicidade dos seus produtos naquele país. O pedido acabou indeferido pelo Ministério Federal das Finanças àustriaco, o qual motivou um recurso para o Tribunal de Justiça (TJEU) tendo como resposta: "Um Estado-Membro pode proibir a publicidade aos casinos situados noutro Estado-Membro quando a protecção dos jogadores nesse Estado não for equivalente à garantida a nível nacional".

Caso prático

Tribunal de Justiça da União Europeia

Comunicado de Imprensa n.° 101/12

Acórdão no processo C-176/11

HIT e HIT LARIX/Bundesminister für Finanzen

A publicidade aos casinos estrangeiros pode ser proibida em determinadas condições

Na Áustria, para se fazer publicidade aos casinos situados no estrangeiro é necessário uma autorização prévia. Para a obter, a entidade que explore um casino situado noutro Estado-Membro deve provar que a proteção legal dos jogadores prevista nesse Estado «corresponde pelo menos» à proteção legal austríaca. Em virtude desta proteção, o acesso aos casinos é reservado apenas às pessoas maiores de idade, a direção do casino deve observar o comportamento dos jogadores a fim de determinar se a frequência e a intensidade da sua participação no jogo ameaçam o seu mínimo de sobrevivência, e os clientes podem intentar diretamente uma ação civil contra a direção por incumprimento dessas obrigações.1

1 Segundo o governo austríaco, a aplicação destas regras preventivas conduziu a uma limitação importante do número de jogadores, tendo mais de 80 mil pessoas sido sujeitas em 2011 a restrições ou a proibições de entrada nos casinos austríacos. Por outro lado, o número de casinos foi limitado na Áustria a um máximo de quinze.

As sociedades eslovenas HIT e HIT LARIX exploram casinos na Eslovénia. Pediram ao Bundesminister für Finanzen (Ministro Federal das Finanças, Áustria) autorização para fazerem publicidade, na Áustria, aos seus casinos situados na Eslovénia. O ministério indeferiu o pedido pelo facto de a HIT e a HIT LARIX não terem provado que as disposições legais eslovenas em matéria de jogos de fortuna ou azar asseguravam um nível de proteção dos jogadores comparável ao previsto na Áustria.

O Verwaltungsgerichtshof (Tribunal administrativo, Áustria), no qual a HIT e a HIT LARIX interpuseram recurso contra essas decisões de indeferimento, pergunta ao Tribunal de Justiça se uma legislação como a legislação austríaca, é compatível com a livre prestação de serviços garantida pelo direito da União.

No acórdão proferido, o Tribunal de Justiça recorda que a legislação de jogos de fortuna ou azar é um dos domínios em que há divergências consideráveis de ordem moral, religiosa e cultural entre os Estados-Membros. Assim, na falta de harmonização comunitária na matéria, os Estados-Membros podem fixar os objetivos da sua política em matéria de jogos de fortuna ou azar, e definir com precisão o nível de proteção pretendido.

Assim, a mera circunstância de o Estado-Membro ter escolhido um sistema de proteção diferente do adotado por outro Estado-Membro não pode ter incidência na apreciação da necessidade e da proporcionalidade das disposições tomadas nesta matéria. Estas devem ser apreciadas apenas à luz dos objetivos prosseguidos pelas autoridades competentes do Estado-Membro interessado e do nível de proteção que pretendem garantir.

Foi à luz destes elementos que o Tribunal de Justiça respondeu que o direito da União Europeia não se opõe à legislação austríaca uma vez que esta se limita a exigir, para conceder a autorização de fazer publicidade, que esteja provado que no outro Estado-Membro a regulamentação aplicável assegura uma proteção, no essencial, de um nível equivalente contra os riscos do jogo ao que ela própria garante.

Essa legislação, que restringe a livre prestação de serviços, é justificada pelo objetivo de proteção da população contra os riscos inerentes aos jogos de fortuna ou azar. Tendo em consideração esse objetivo, a referida legislação não parece constituir um ónus excessivo para as entidades que exploram os casinos estrangeiros e, em consequência, é suscetível de respeitar o princípio da proporcionalidade.

A situação seria todavia diferente, e essa regulamentação deveria então ser considerada desproporcionada, se exigisse que, no outro Estado-Membro, as regras fossem idênticas ou se impusesse regras sem relação direta com a proteção contra os riscos do jogo.

De qualquer modo, compete ao órgão jurisdicional de reenvio certificar-se de que as disposições legais controvertidas se limitam a subordinar a autorização de fazer publicidade a estabelecimentos de jogo situados noutro Estado-Membro ao requisito de a legislação desse último Estado dar garantias substancialmente equivalentes às da legislação nacional relativamente ao objetivo legítimo de proteger os particulares contra os riscos ligados aos jogos de fortuna ou azar.

Prontamente, a EGBA (Associação Europeia de Jogos e Apostas online) lançou um comunicado sobre este processo com o título: "TJUE: Os Estados-Membros devem comparar os requesítos de protecção ao consumidor para os jogos de azar transfronteiriço."

A EGBA acolhe com satisfação o esclarecimento do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) que um Estado-Membro não pode proibir a publicidade aos jogos de azar em outro Estado-Membro, pelo simples facto de que a protecção concedida no referido Estado-Membro não seja idêntica às suas normas nacionais.

A sentença define uma série de esclarecimentos importantes sobre a forma como os Estados-Membros devem abordar a publicidade para os jogos e apostas transfronteiriços:

• Quando a concessão de autorizações para realizar publicidade "os níveis de protecção dos jogadores existentes nos diferentes sistemas jurídicos em questão, devem ser previamente comparados" (parágrafo n º 28).

• Um Estado-Membro pode exigir que "a normativa aplicável em outro Estado-Membro assegure a protecção contra os riscos de jogo na sua essência a um nível equivalente as garantias desse mesmo Estado-Membro (parágrafo n. 31).

• No entanto, não pode exigir "regras/normativas em outro Estado-Membro, que sejam idênticas", o que seria desproporcionado (parágrafo n º 32).

• Em qualquer caso, os Estados-Membros "não podem impor regras/normas sem relação directa com a protecção contra os riscos do jogo" (parágrafo n º 32). Se os Estados-Membros impõem regras que protegem os titulares, essas disposições não podem justificar as restrições à livre prestação de serviços, como decidido na sentença referente ao processo Costa and Cifone (C-72/10).

A decisão do TJEU demonstra mais uma vez que a harmonização é necessária urgentemente. Os membros da EGBA devem cumprir as normas da EGBA e as Medidas de Jogo Remoto Responsável estalecidas pelo Comité Europeu de Normalização, que na maioria das quais excedem as exigências das leis nacionais de jogos de fortuna e azar online. As normativas actuais de protecção aos jogadores aplicadas pelos operadores não estão actualmente sendo tomadas em conta.

A Secretária Geral da EGBA, Sigrid Ligné, acrescenta: "Saudamos a decisão do Tribunal de Justiça que confirma que os Estados-Membros não podem regular o mercado de jogos de azar isoladamente, mas devem ter em conta a protecção garantida pelos Estados-Membros".

"A decisão do TJEU demostra mais uma vez que as legislações de protecção ao consumidor de jogos de azar na União Europeia estão fragmentadas, o que pode ser bom para os advogados, mas não é certamente do interesse dos consumidores. É necessário colocar em práctica a proposta do Comissário Barnier para desenvolver uma base europeia comum de princípios e medidas de protecção, de modo que a que todos os cidadãos estejam protegidos, onde quer que estejam e seja qual for o site legalizado onde estejam conectados."

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