12 julho, 2010

Espanha campeã do mundo 2010


A Espanha chegou como favorita à Africa do Sul e de lá saiu com a Taça de campeão do mundo. A desconfiança que se tinha instalado após a derrota inicial com a Suíça transformou a "Roja" que seguidamente passou a jogar finais até ao sucesso. A selecção de Vicente del Bosque é diferente das outras "Fúrias", esta teve a concetração e união necessária para levar os espanhóis ao seu ponto mais alto.

Luís Aragonés já havia dado cara e corpo a uma equipa que venceu o Euro 2008 com seis vitórias em seis jogos. Nas eliminatórias para o mundial 2010, mais dez partidas, nenhum empate ou derrota. Veio o mundial e a Espanha fazia seu jogo: toque de bola curto, movimentação, volume de jogo e vitórias.

Por pura ironia, a equipa que prima pela grande força ofensiva teve o pior score entre os dezanove campeões com oito golos marcados. A defesa, que parecia o sector mais frágil, sofreu apenas dois golos. Se antes a crítica era porque a Espanha tinha grandes nomes, mas não formava uma equipa competitiva, 2010 é um revoluciona essa ideia.

O que a Espanha mais fez no mundial foi competir. E competir não é sinal de jogar puramente pelo resultado. As goleadas só não saíram porque ninguém ousou – ou conseguiu – jogar contra a equipa campeã do mundo. Jogou sempre como quem acreditava que a sua maneira de actuar seria suficiente para ganhar o título.

A Alemanha, na meia-final, não conseguiu ser veloz como havia feito nos oitavos e quartos-de-final. A Holanda, na decisão final, não foi a equipa com posse de bola como havia sido em cinco dos seis jogos no campeonato do mundo,foi uma equipa de marcaçao dura e desleal que apostava exclusivamente em lançamentos de Sneijder para Robben. Houve quem não mudasse a maneira de jogar. A Argentina foi sempre ofensiva e sempre teve problemas na defesa; pagou por isso. O Brasil foi uma equipa com uma defesa forte e do contra-ataque, muito pouco para um futebol tão rico e que poderia oferecer mais.


O golo de Andres Iniesta é a coroação de um óptimo trabalho. Um projecto nunca abandonado: o bonito pode ser bom também. É a prova que apostar no futebol ainda vale a pena.

Mesmo vencendo com toda a justiça, a Espanha poderá lamentar ter recolhido apenas uma distinção individual: foi para Iker Casillas, vencedor da Luva de Ouro. Forlán conquistou a Bola de Ouro, para melhor jogador, e Muller levou dois prémios: o de melhor jovem e a Bota de Ouro, para o melhor marcador, que vence no desempate para Villa, Sneijder e Forlán por terem mais assistências.

Vídeo

Espanha 1-0 Holanda
Iniesta 116´



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Fotos: AP

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