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Comissão Europeia quer regular mercado das apostas desportivas

30 julho, 2010


Eu já tinha abordado este assunto (link), mas agora a Comissão Europeia anunciou, em Paris, o lançamento de uma consulta junto de todas as ligas europeias de futebol no sentido de regular o mercado das apostas desportivas no espaço europeu.

Na Assembleia Geral (AG) da Associação das Ligas Europeias de Futebol Profissional (EPFL), o comissário europeu Michel Barnier, responsável pelo Mercado Interno e Serviços, garantiu às ligas essa preocupação e revelou a necessidade de regular o mercado de apostas, apontado como a principal fonte de receitas das competições.

A revelação foi feita à Agência Lusa pelo director geral executivo (CEO) da EPFL, o português Emanuel Macedo de Medeiros.

O comissário europeu anunciou que vai lançar um processo de consulta com a participação activa das ligas, tendo em vista a regulação do mercado das apostas no espaço europeu. Esse anúncio foi muito importante para todos, já que essa é a principal fonte de receitas. Este esforço revela também enorme preocupação pela defesa da integridade das competições e verdade desportiva, tal como temos defendido”, disse Emanuel Macedo de Medeiros.

O CEO da EPFL revelou também ter sido transmitido às ligas europeias o plano de actividades até Setembro de 2010, num projecto que pretende dar resposta “a este período de recessão económica que afecta a economia europeia e logo os clubes”.

Queremos proporcionar plataformas para novas oportunidades de negócios com as maiores marcas da indústria do futebol e estabelecemos já uma parceria com a Leaders in Football, os maiores organizadores de eventos do ‘sport business’. E com iniciativas já previstas para Novembro deste ano e Março de 2011”, avançou.

Emanuel Macedo de Medeiros recordou também ter sido discutida a questão da protecção dos direitos de propriedade intelectual das ligas e clubes e garantiu que, a 23 e 24 de Outubro, a EPFL, juntamente com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), vai organizar a segunda edição da jornada europeia contra a fome, em todos os estádios europeus.

Além de tudo isto, destaque ainda para a presença de Jean-François Vilotte, presidente da entidade reguladora francesa de apostas on-line, que apresentou às ligas europeias a nova lei que regulamenta esta questão em França, e do responsável máximo pela Unidade de Desporto da Comissão Europeia, Michal Krejza, que abordou a implementação da especificidade do Desporto no Tratado de Lisboa, que entrou em vigor em Dezembro de 2009”.

A AG contou com a presença de Fernando Gomes, novo presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.(link)

Legalizar apostas é objetivo claro

A protecção dos direitos comerciais das Ligas e a regulação do mercado de apostas desportivas estiveram no topo da agenda, assunto de interesse para o futebol português e para a Liga, uma vez que das 10 prioridades enumeradas pelo Presidente, no seu discurso de Tomada de Posse, a 1ª é “regular o mercado das apostas desportivas com receitas para os clubes que sustentam a possibilidade dessas apostas”, sendo a prioridade nº 2 “potenciar as receitas comerciais e televisivas dos clubes, por via directa ou indirecta”.

A Liga pretende a legalização das apostas desportivas, escolhendo a Santa Casa como parceiro. Fernando Gomes considera que as apostas desportivas são “um mercado que poderá valer cerca de 400 milhões de euros”, falando no exemplo francês, onde a actividade foi recentemente legalizada.

Fonte: Lusa

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Bwin e PartyGaming fundem-se e tornam-se a maior empresa de jogos online do mundo

29 julho, 2010


A Bwin Interactive Entertainment AG (“Bwin”) e a PartyGaming PLC (“PartyGaming”) realizaram uma fusão e formaram uma nova entidade incorporada em Gibraltar e cotada no mercado bolsista ( London Stock Exchange). O acordo de fusão foi assinado pela Bwin e PartyGaming, em 29 de julho de 2010. A nova entidade é propriedade de aproximadamente 48,4% e 51,6% pela PartyGaming e Bwin, respectivamente.

A fusão foi aprovada pelo conselho fiscal da Bwin e a direcção da PartyGaming e apoiado por accionistas de ambas as empresas. Norbert Teufelberger e Jim Ryan vão ser co-CEOs da nova entidade e os cargos de gestão mais importantes serão realizados por pessoas da alta administração de ambas as empresas.

Comentando sobre a fusão projectada, Norbert Teufelberger, co-presidente-executivo da Bwin disse:

Esta combinação de negócios faz grande sentido estratégico, operacional e financeiro. Estaremos na pole position para capitalizar a riqueza de oportunidades que fluem da contínua evolução e expansão da indústria global de jogos online “.

Comentando sobre a fusão projectada, Jim Ryan, executivo da PartyGaming, acrescentou:

Com posições líderes de mercado no poker, apostas desportivas, casino e jogos (bingo, em particular), o Grupo alargado terá uma fórmula vencedora para explorar o crescente mercado de jogos online, apoiado por um forte património, gerando um fluxo de dinheiro significativo e por uma equipa de gestão altamente experiente”.

Em 29 de julho de 2010, a Bwin e a PartyGaming entraram em acordo sobre a aplicação da proposta de fusão. No âmbito do projecto de concentração, os activos e passivos da Bwin serão transferidos para a PartyGaming formando uma sociedade europeia(Sociedade anónima), incorporada em Gibraltar.


Os actuais accionistas da Bwin receberão aproximadamente 51,6% das acções e os actuais accionistas da PartyGaming 48,4% das acções da nova entidade. A proposta de fusão não implica uma oferta pública de aquisição obrigatória (Pflichtangebot) aos accionistas da Bwin sob o austríaco Takeover Act (Übernahmegesetz). Após a conclusão da fusão proposta, as acções da Bwin serão excluídos do mercado bolsista austríaco (Stock Exchange Viena) e as acções da entidade resultante da fusão serão listadas exclusivamente no mercado bolsista do Reino Unido (London Stock Exchange).

A proposta de fusão está sujeita a determinadas condições, que incluem:

■ a aprovação da operação pelos accionistas da Bwin e da PartyGaming em reuniões extraordinárias separadas;

■ a recepção de determinadas autorizações de regulação de defesa da concorrência;

■ a satisfação das necessidades dos trabalhadores aplicáveis à formação de uma Sociedade Europeia.

O conselho de supervisão da Bwin e a direcção da PartyGaming acordaram uma estrutura de gestão equilibrada para o grupo ampliado, aproveitando a força de gestão de ambos os grupos. A direcção do grupo ampliado será liderada por Norbert Teufelberger e Jim Ryan, que serão chefes executivos. Martin Weigold será o Director Financeiro do grupo enquanto Joachim Baca será o Chefe de Operações. Será nomeado um novo e independente, Vice-Presidente Executivo, que se juntará à Direcção do Grupo após a conclusão da fusão.

Excluindo-se o presidente, haverá igualdade de executivos e não executivos na representação dos membros actuais do Conselho de PartyGaming, e da Administração da Bwin. Manfred Bodner (Co-CEO da Bwin) vai passar da Bwin para ser um director executivo no conselho de administração do novo grupo e será envolvido na construção da marca de gestão das estratégias de vendas.

Os principais accionistas de ambas as empresas, Bwin e PartyGaming, comprometeram-se a votar a favor da fusão proposta nas reuniões dos accionistas relevantes “, que são actualmente previstas para ocorrer durante o primeiro trimestre de 2011. A conclusão da fusão proposta deverá ter lugar logo após as reuniões de accionistas.

Fonte: bwin

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Regulação do Jogo Online: Oportunidade de mais-valias económicas? Governos repensam...

25 julho, 2010


O Jogo on-line (Online gambling) está a ter um crescimento exponencial e todos os sinais estão aí para este sector que se prevê em alta ao longo dos próximos anos. Isto é particularmente relevante na Europa, onde os governos nacionais estão a tentar capturar as receitas fiscais na regulação do mercado de jogo-online.

Um relatório recente da KPMG, intitulado "Jogo Online": Uma aposta ou uma aposta certa? - indicam que os governos nacionais que precisam de dinheiro podem considerar a flexibilização das regras actuais de jogos online e restrições, a fim de fornecer um impulso tão necessário para as suas economias.

Números divulgados em fevereiro pelo Conselho Nacional do Reino Unido (UK National Gamers Survey) revelou que jogadores britânicos gastaram 280 milhões de euros a jogar online em 2009. Estudos semelhantes realizados em outros países revelaram que os jogadores franceses gastaram 220 milhões euros e os alemães 440 milhões no mesmo período.

Um outro levantamento, realizado pela TNS (estudos de mercado), estimou, que existem 13,3 milhões de britânicos a jogar em vários portais de jogo no Reino Unido, onde segundo apurado gastaram 170 milhões de euros em jogos para telemóveis em 2009.

Estes números confirmam o crescimento impressionante que este sector tem vindo a registar ao longo dos últimos meses, e que promete resultados ainda mais acentuados. Baseando-se num estudo recente do Deutsche Bank, a regulação, a penetração e a evolução da banda larga são três das principais razões para este aumento esperado do jogo online em todos os seus segmentos.

Este mesmo relatório do Deutsche Bank afirma que a penetração no mercado de jogos online deverá chegar a 9 por cento em 2012. Com o mercado mundial de jogo on-line a registar um crescimento de 23 por cento desde 2001 e com o acentuado número de utilizadores de banda larga, prevê-se que em 2012, deverá chegar a 750 milhões (acima de 481 milhões em 2008). Juntamente com a regulamentação do jogo online crescente em todo o mundo, essas previsões parecem ser muito viáveis.

Perder oportunidades

Além das evidentes perspectivas de negócio para as operadoras de jogo, a ausência de regulação do mercado de jogo online poderá significar que os governos nacionais estão a encarar uma oportunidade em falta nas suas captações de receitas fiscais. Como tal, muitos desses governos estão silenciosamente a repensar a sua oposição ao jogo online.

Por exemplo, o imposto sobre o jogo poderia aumentar exponencialmente a circulação de dinheiro para os países. Enquanto muitas das empresas/companhias (que detém o monopólio local) viram costas ao jogo on-line sob um ponto de vista da responsabilidade social, poderão esperar-se mudanças nestas sensibilidades, com uma abordagem robusta na regulamentação por parte dos governos e mais abertos a explorar essas oportunidades, mantendo sempre a responsabilidade social na vanguarda do que já se faz.


Outros mercados (E.U.A.)

A 13 de outubro de 2006, o presidente George W. Bush assinou a lei UIGEA (Unlawful Internet Gambling Enforcement Act), que praticamente bloqueava o jogo online dentro dos Estados Unidos da América. Este acto custou perdas imediatas aos operadores de jogo no valor de biliões de dólares e teve um impacto negativo sobre a indústria de jogo online. No entanto, em novembro de 2009, a Reserva Federal dos EUA anunciou que a execução fora adiada por seis meses, para 1 de junho de 2010. Projectos de lei para regular e impostos de jogo online foram também introduzidos, o que sugere previsíveis revisões e debate político da lei de 2006.

A questão de se legalizar ou não, o jogo online nos Estados Unidos da América é um tema quente, não só internamente, mas também em outros países do mundo. Há um contraste acentuado entre os países da União Europeia e os E.U.A. com a adopção de uma posição diferente. Os europeus mais receptivos, enquanto os EUA nem tanto.

Muitos países europeus têm reconhecido as inúmeras vantagens de quem joga legalmente na internet. Por exemplo, a legalização significa que os padrões da indústria cumpram plenamente na segurança, jogo responsável, protecção de menores, combate a fraudes e publicidade justa e não-enganosa, no sentido da defesa dos consumidores.

Aliás num estudo que está em fase de conclusão, sobre os comportamentos de jogo online. Ao contrário do que se supunha, as primeiras análises evidenciam que o jogo online não representa uma maior perigosidade do que o “jogo tradicional”, pelo facto de ser de fácil acesso através da Internet. Por outro lado, uma das principais vantagens dos jogos online, consiste na capacidade de monitorização e de controlo total desta actividade, que só é possível uma vez que é obrigatória a identificação dos jogadores, existindo um completo registo das suas movimentações.

Além disso, aqueles que argumentam a favor das apostas online dizem que as pessoas vão continuar a jogar na internet, independentemente de estar ou não proibido. O congressista americano Barney Frank lidera a luta para levantar a lei (Unlawful Internet Gambling Enforcement Act) como acredita que essa proibição é uma afronta à liberdade pessoal.

O mercado de jogo online é certamente um assunto do momento e independentemente de qual direcção que os E.U.A ou outros países europeus tomarem, uma coisa é certa: terá que haver consenso e não se pode fechar os olhos a uma realidade que está fortemente implantada nas sociedades.

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Ranking de Ligas do Futebol Mundial - Espanha lídera, Portugal 15º

22 julho, 2010


A Federação de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) actualizou o seu ranking dos melhores campeonatos do mundo e a Primera División espanhola aparece como novo líder, depois de destronar a Liga Inglesa do primeiro lugar.

Incompreendido pela maioria, este ranking premeia os países cujo os clubes atingem bons resultados nas competições internacionais, a exemplo a Liga dos Campeões, Liga Europa, Libertadores, etc. Ao observarmos esta lista, o Brasil e a Argentina ficam à frente da Inglaterra, que passou de primeira para quinta classificada. Isto apenas se justifica pela carreira menos conseguida dos seus clubes nas competições europeias.

E o que dizer, dos campeonatos do Perú, Chile e Paraguai no top 10. A justificação é a mesma. Jamais nas próximas décadas ou séculos estes campeonatos nacionais se equivalem aos 7/8 melhores europeus. Aliás, só para constar, Portugal ficou classificado no 15ª lugar e a Holanda em 18ª!

O que interessa saber, é que este bizarro raking distingue a performance dos clubes nacionais e não os campeonatos, audiências, jogadores ou clubes mediáticos. Mesmo nas competições internacionais existem diferenças acentuadas (a meu ver). As competições europeias são bem mais niveladas e exigentes que as sul-americanas, e não deveria ser atribuido os mesmos pontos.

Critério de pontuação

Liga dos Campeões: 14 pontos (vítória) - 7 pontos (empate) - 0 pontos (derrota)
Liga Europa: 12 pontos (vitória) - 6 pontos (empate)
Copa Libertadores: 14 pontos (vitória) - 7 (empate)
Copa Sul-Americana: 12 pontos (vitória) - 6 (empate)
Liga dos Campeões Africanos: 9 pontos (vitória) - 4.5 pontos (empate)
Taça das Confederações Africanas: 7 pontos (vitória) - 3.5 pontos (empate)
Liga dos Campeões Asiática: 9 pontos (vitória) - 4.5 pontos (empate)
Taça Asiática: 7 pontos (vitória) - 3.5 pontos (empate)
Liga dos Campeões CONCACAF: 9 pontos (vitória) - 4.5 pontos (empate)
Liga dos Campeões OFC - Oceania: 5 pontos (vitória) - 2.5 pontos (empate)
Mundial de Clubes FIFA: 14 pontos (vitória) - 7 pontos (empate)

Classificação (ranking) das Liga de Futebol de todo o mundo 2010

1. Espanha (Primera División) 580,0 pontos
2. Brasil (Brasilerão) 577,0 pontos
3. Argentina (Torneo Clausura/Apertura) 536,0 pontos
4. Itália (Serie A) 508,0 pontos
5. Inglaterra (Premier League) 486,0 pontos
6. Alemanha (BundesLiga) 457,0 pontos
7. França (Ligue 1) 413,0 pontos
8. Perú (Copa Cable Mágico)407,0 pontos
9. Chile 362,5 pontos
10. Paraguai 357,5 pontos
11. Equador 342,5 pontos
12. Egipto 334,0 pontos
13. México 330,0 pontos
14. Uruguai 329,0 pontos
15. Portugal (Liga Zon Sagres) 324,0 pontos
17. Colombia 283,5 pontos
16. Bélgica 301,0 pontos
17. Colombia 283,5 pontos
18. Holanda (Eredivisie) 276,5 pontos
19. Escócia 273,5 pontos
20. Argélia 272,5 pontos
21. Turquia 270,0 pontos
22. Japão 269,0 pontos
23. Irão 261,0 pontos
24. Kuwait 259,5 pontos
25. Grécia 258,5 pontos

Podem consultar o ranking FIFA com os 115 países neste link.

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ESSA confirma não existir comportamento suspeito de Apostas durante o Mundial FIFA 2010

20 julho, 2010


Num comunicado à imprensa, a Autoridade Europeia de Segurança no Desporto (ESSA), deu a conhecer que não existiram quaisquer comportamentos suspeitos de apostas referente às "operadoras de jogo online", que regulou durante o Campeonato do Mundo FIFA 2010.

Segue em baixo o referido comunicado da ESSA.

A Autoridade Europeia de Segurança no Desporto (ESSA), através do seu sistema de alerta precoce (Rede dos Sistemas de Aviso Prévio) dedicado a alertar as federações desportivas sobre suspeitas de padrões de apostas, tem o prazer de anunciar que após uma investigação minuciosa de todas as actividades de apostas desportivas entre os seus membros ao longo do Campeonato do Mundo de futebol FIFA 2010, que decorreu em junho e julho, não detectou qualquer actividade ilícita ou suspeita, sendo a FIFA informada deste apuramento.

ESSA, cujo o seu sistema de alerta precoce foi criado em 2005, prestou assistência à FIFA, através da partilha de informações da sua rede de operadoras de Jogo online sobre qualquer eventual comportamento suspeito de apostas. O facto é que que os mais altos níveis de segurança foram alcançados, apesar de que, para muitos operadores de apostas europeus de apostas, este Campeonato do Mundo ter sido o mais movimentado de sempre, batendo-se inclusíve recordes de apostas.

"Este Campeonato do Mundo provou que licenciado, apostas regulamentadas, através de uma organização eficaz, de investimento e de excelente comunicação com as esferas desportivas, podem derrotar quem fabrica jogos-combinados", disse Mike O’ Kane, chefe Bookmaker, da ESSA.

"Esperamos agora solidificar este sucesso ao trabalhar com a FIFA e outras autoridades desportivas no futuro para manter a corrupção fora do desporto para o bem de todos envolvidos. O problema de manipulação de resultados é um negócio global, e muitas vezes não é relacionado com as diversas modalidades desportivas, e nós saudamos e apoiamos o recente apelo do Comité Olímpico Internacional (COI) para uma acção concertada para derrotá-lo."

A confirmação da ESSA de que nenhum alerta de segurança foi registrado durante o Mundial de Futebol é mais uma prova de que licenciada, a indústria de apostas regulamentadas está a ter um efeito positivo sobre a integridade do desporto. Nos últimos dois anos, o sistema de alerta precoce da ESSA deu apenas cinco alertas de suspeitas em todos os desportos para os organismos que regem, um número incrivelmente baixo, considerando que, através de seus membros, a ESSA monitoriza uma média de 10 mil apostas separadas cada semana.

O sucesso da indústria de apostas licenciada e regulamentada na Europa está também em nítido contraste com os eventos na Ásia nos últimos dias, onde milhares de detenções foram feitas a pessoas que supostamente estão envolvidas em operações de jogo ilegal.

"O facto de que a Europa está licenciada, as operadoras de apostas online regulamentadas, e que foi possível bater um recorde de registros e apostas durante o Mundial 2010 sem incidências de qualquer comportamento suspeito, comprova que todos os esforços para acabar com a combinação de jogos no desporto está tendo os seus frutos", disse Khalid Ali, o Secretário-Geral, da ESSA.

"A integridade é a ética, espírito e verdade do desporto e estou muito contente com os membros da ESSA pela contribuição que estão fazendo para ajudar a protegê-lo. Pelo contrário, saudamos a ofensiva em curso sobre alegadas operações ilegais de apostas na China, onde a falta de regulamentação tornou relativamente fácil para a indústria ser manipulada pelos criminosos. Para lidar com esta ameaça, reiterar o nosso apelo para uma agência global para proteger-nos, não só de apostas relacionadas com a manipulação de resultados, mas toda a corrupção no desporto ", acrescentou.

Sobre a ESSA

A Autoridade Europeia de Segurança no Desporto (ESSA) foi criada em 2005 pelas principais operadoras europeias de apostas desportivas online para monitorizar e acompanhar todos os testes padrões irregulares de apostas ou possíveis apostas suspeitas dentro de cada desporto.

Para atingir este objetivo a ESSA implementou um sistema de alerta precoce entre os seus membros, que destaca qualquer actividade suspeita de apostas. A Rede dos Sistemas de Aviso Prévio permite à ESSA trabalhar com os reguladores desportivos e os seus departamentos jurídicos e disciplinares, garantindo que quando um alerta é dado o regulador é imediatamente informado que pode impedir qualquer possibilidade de manipulação do jogo em um determinado evento.

Até agora, ESSA assinou Memorandos de Entendimento com a FIFA, UEFA, EPFL, The FA, DFB, ATP, ITF, WTA e estabeleceu estreitas relações com o Comité Olímpico Internacional (COI) e muitos outros reguladores desportivos.

Para obter mais informações sobre a ESSA, entre no site da ESSA, neste link.

Fonte: ESSA

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Acordo europeu para regulação de Apostas Online em aberto

19 julho, 2010


O Tribunal de Justiça da União Europeia proferiu mais um de entre vários acórdãos recentes sobre a promoção de jogos de fortuna e azar organizados na internet.

O débito jurisprudencial nesta matéria deve-se a um acumular de litigância, com mais de uma dezena de casos pendentes, após as actividades de jogo terem sido excluídas - tal como proposto há época pelos ministros responsáveis pelo desporto - da Directiva Serviços, a célebre Directiva Bolkenstein , ao dar azo a um crescente número de queixas por empresas de apostas desportivas sobre as limitações no acesso aos mercados nacionais. A Comissão viria a instaurar vários processos de infracção contra Estados-Membros (EM) a fim de verificar se as medidas nacionais limitando a oferta transfronteiriça de apostas desportivas online eram compatíveis com as disposições do Tratado.

A jurisprudência do Tribunal tem-se suportado numa linha de interpretação segundo a qual os Estados-Membros têm a faculdade de fixar os objectivos da sua política de jogos e definir o nível de protecção desejado, pelo que podem proibir operadores de oferecerem jogos de fortuna e azar pela internet no seu território, mesmo que se encontrem legalmente estabelecidos noutro Estado-Membro onde forneçam serviços análogos. As restrições devem ser proporcionais e aplicadas de forma não discriminatória de modo a garantir objectivos de ordem pública e social, de protecção dos consumidores, de prevenção de lucros privados através do jogo e de reverter as receitas no financiamento de actividades de relevância social, entre as quais, como se sabe, o desporto. Trata-se, portanto, de reconhecer o jogo como uma actividade económica com uma natureza específica que não pode estar sujeita apenas aos princípios de funcionamento do mercado interno, mas tem de equilibrar princípios de subsidiariedade, solidariedade, precaução, protecção e integridade das competições desportivas, sem que isso signifique, contudo, proteccionismo dos operadores nacionais, camuflando a salvaguarda de receitas públicas, permitindo publicidade agressiva e a introdução de novos jogos, tudo sobre a capa de um monopólio público.

Ora, o Tribunal limita-se a clarificar as soluções regulatórias possíveis à luz do Tratado, mas por mais acórdãos que exare não lhe compete fornecer respostas políticas para uma realidade complexa, como se pode apurar no estudo que a Comissão encomendou sobre o panorama jurídico-económico do jogo nos diversos Estados-Membros da União Europeia. Uma realidade com novos contornos com a expansão da oferta de vários tipos de serviços de jogo e apostas desportivas através de uma plataforma com as particularidades da internet.


O crescimento exponencial do mercado online - com um movimento anual de € 8,3 biliões no ano anterior - tem sido o principal motivo para que mais de metade dos Estados-Membros tenham já iniciado, ou concluído recentemente, a reforma legislativa no sector do jogo, com vista a tentar limitar as operações ilegais, com novos pacotes de medidas. As respostas fornecidas assentam, genericamente, em três modelos: O regime de licenciamento de operadores no país de prestação de serviço com a criação de uma autoridade independente reguladora do mercado, onde o exemplo mais conhecido e estudado foi a reforma do monopólio centenário em França (seguido pela Espanha e Dinamarca). A extensão das licenças dos casinos e salões de jogo ao mercado online, como na Bélgica que seguiu as orientações da OMC . O reforço dos monopólios públicos, através de um único operador público, como ocorreu na Finlândia.

Qualquer destas opções é possível à luz das normas comunitárias. Já o modelo britânico de uma licença única emitida pelo Reino Unido - ou outras jurisdições com políticas fiscais atractivas , como Malta e Gibraltar - válida para todo o território da União Europeia (UE) entra em conflito com a autonomia de cada Estado em estabelecer a sua política de jogo, uma vez que a aplicação do princípio do reconhecimento mútuo se encontra vedada ao sector, e por essa via a harmonização do mercado, conforme pretendem as organizações representantes dos operadores de jogo Online (a EGBA).

Aliás, Malta e o Reino Unido, quer no debate no Parlamento Europeu (PE) sobre o Livro Branco sobre o Desporto, nos aspectos relacionados com a importância do contributo dos jogos sociais no financiamento ao desporto, quer na votação do relatório sobre a integridade dos jogos em linha seguiram uma visão do jogo como uma actividade económica normal, submetida às regras do mercado interno, opondo-se à taxação das actividades de jogo e apostas desportivas no local onde têm lugar. Esta visão liberalizante, ainda que mais comedida, foi também seguida pela anterior comissária para o mercado interno, quando solicitada a pronunciar-se em sede parlamentar.

Ao esbater as fronteiras físicas e legais, através da internet e de outras fontes de acesso remoto, num súbito crescimento no leque de serviços de jogo e apostas transfronteiriças oferecidas, não está apenas em causa a necessidade de uma resposta política para disciplinar um sector em crescimento com um potencial risco de fraude elevado, mas também a alteração de padrões de consumo de jogo, com tudo o que isso implica sobre o funcionamento dos jogos tradicionais (casino, lotarias, máquinas, casas de apostas, etc), em particular os jogos sociais e a contribuição que reverte das suas receitas para o financiamento do desporto.

Deste modo, o principio da subsidiariedade, que garante a cada Estado a autonomia para definir a sua politica de jogo, deve também ser o mesmo que reconhece à União Europeia um papel vital para responder a estes novos problemas de cariz transfronteiriço, os quais não podem claramente se resolvidos a nível nacional/regional. Os Estados-Membros lideram, no âmbito do Conselho, através da implementação de um grupo de trabalho no segundo semestre de 2008, uma estratégia de regulação eficaz e de jogo responsável, clarificando posições comuns em torno de ordenamentos jurídicos nacionais muito diferenciados, com o propósito de definir que elementos devem permanecer na esfera nacional e quais os que requerem uma solução ao nível da União Europeia, bem como o cariz de medidas a aplicar no controlo do jogo remoto. Um primeiro relatório elaborado na presidência francesa sobre o contexto legal e as políticas adoptadas em cada Estado, foi agora actualizado no final da presidência espanhola, abrindo portas a um quadro legal europeu para o sector do jogo e apostas online.

A Comissão, que no passado se recusou a participar neste grupo de trabalho, mantendo-se irredutível em torno dos procedimentos individuais de infracção, compreendeu finalmente o repto lançado pelas iniciativas do Parlamento e do Conselho para alcançar um acordo político sobre o estatuto legal do jogo tradicional e do jogo online na Europa, e anunciou em Estrasburgo, pela voz do seu novo Comissário Michel Barnier 48 horas após ter sido investido em funções, esta prioridade na sua agenda política, comprometendo-se a apresentar no Outono um Livro Verde onde, entre outras, proponha medidas para salvaguardar o financiamento do desporto neste contexto de alteração do mercado de jogos.

Fonte: João Almeida - http://colectividadedesportiva.blogspot.com/2010/07/no-mesmo-dia-em-que-os-holofotes.html

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Serie B italiana chama-se agora Serie Bwin


A Bwin, casa de apostas desportivas e jogos online assinou um acordo de patrocínio de duas temporada com o campeonato de futebol italiano, rebaptizando o Calcio Serie B para Serie Bwin, com efeito imediato.

O acordo foi revelado quarta-feira em Milão por Luca Ferrari, representante da Liga Profissional da Serie B, e Paolo Di Feo, CEO da Bwin Itália.

Estamos muito satisfeitos por estar a trabalhar ao lado da nova Liga Serie B nesta nova e emocionante aventura, disse Paolo di Feo, CEO da Bwin Itália, “a Bwin está permanentemente activa em grandes patrocínios desportivos e isso vai continuar, a nível internacional.

Hoje, com o acordo para a Serie Bwin, estamos diante de um desafio excitante, dando-nos um contacto real com as situações locais.

A segunda liga, também conhecido como ‘cadetti “ou juniores, consiste em 22 equipes onde as três primeiras equipas no final de cada época garantem a promoção para a Série A.

No final da temporada 2009-10, Brescia e Cesena foram promovidos à Serie A, juntamente com os campeões da Serie B Lecce. Quem entra na Serie Bwin este ano após a despromoção da Serie A são Atalanta, Siena e Livorno.

Eu pessoalmente vou torcer pelo Pescara Calcio. Passo a explicar, a minha prima é natural dessa cidade, onde estive há poucos meses e adorei a paixão que existe pelo futebol e pelo clube local. Eles que estavam há 2 decádas à espera de regressar aos campeonatos profissionais, embora na minha opinião o Pescara mesmo na 3ª divisão fosse maior em tudo que 70% dos clubes da nossa primeira liga.

Fonte: bwin

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Novos equipamentos do FC Porto 2010/2011

18 julho, 2010


Como prometido, apresento a foto do novo equipamento alternativo do FC Porto para a época 2010/2011. Entretanto, quer FC Porto, quer Nike não deram a conhecer ainda o kit principal. Logo que esteja disponível será apresentado neste mesmo post.

(à posterior)




A camisola do equipamento alternativo do FC Porto para esta temporada será amarela,sendo cortado por linhas finas e enviesadas em tons de azul escuro, a mesma cor que estará nos calções e nas meias - também eles pincelados a amarelo. Para quem já viu o equipamento principal será com o azul e branco da última época, embora com ligeiras diferenças, sobretudo na forma como estão colocadas as riscas. Um pouco à imagem do Inter de Milão, como podem ver neste link.

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Bwin bate recorde de apostas no Mundial de Futebol de 2010

15 julho, 2010


30.000.000 apostas realizadas, 900 mil clientes activos: o Mundial de Futebol da África do Sul trouxe um aumento muito significativo do volume de negócios em relação aos anteriores jogos de futebol de grande importância!

Na sequência do Mundial de Futebol de 2010, a Bwin, líder mundial de entretenimento online, anuncia que atinge o recorde de volume de apostas desportivas comparativamente a outros eventos desportivos futebolísticos de grande dimensão.

Mais de 260 mil clientes da Bwin aproveitaram a oferta alargada de apostas durante o campeonato. Um total de cerca de 900 mil clientes apostaram, 213 mil deles pela primeira vez. A bwin também reactivou os seus clientes com sucesso: cerca de 90.000 aproveitaram novamente o portfólio da bwin após mais de seis meses sem utilizá-lo.

Em comparação com o EURO 2008, a Bwin aumentou o valor bruto de receitas de apostas desportivas em cerca de 40% para uma média de mais de 1,1 milhões de euros por dia. Este valor representa quase o dobro comparando com o Mundial de 2006.

Os jogos do Mundial com o maior número de apostas feitas na bwin foram a semi-final Alemanha / Espanha, seguida da final Holanda / Espanha e o a semi-final Uruguai / Holanda. A aposta mais popular foi a aposta tripla (1-X-2) no Round de 16 com a Holanda / Eslováquia.

Lançamento bem sucedido em França

A 8 de Junho de 2010, a tempo da data de início do Mundial de Futebol de 2010, a bwin é o único fornecedor internacional de entretenimento online a entrar no mercado francês com uma licença de apostas desportivas e de poker. Norbert Teufelberger, Co-CEO da bwin, comentou:

O primeiro mês do nosso lançamento no mercado em França foi promissor, apesar de as taxas de tributação serem ainda bastante elevadas. Neste momento, está a tornar-se evidente que o investimento feito na nossa marca, na tecnologia e na implementação está a começar ter retorno. Apenas um pequeno grupo de fornecedores está – e estará – em condições de atender às exigências de um mercado regulamentado”.

Tal como em Itália, em França foi extremamente importante estar presente no mercado desde o início e investir fortemente na aquisição de clientes: é difícil e muito dispendioso recuperar o território perdido posteriormente.

Graças à regulação bem sucedida dos mercados italiano e francês para os clientes, autoridades e fornecedores que a bwin antecipa, diríamos que outros países seguirão os mesmos passos brevemente”, conclui Teufelberger.

Fonte: bwin

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França aperta cerco aos operadores ilegais de Jogo Online

13 julho, 2010


A autoridade reguladora francesa de jogo online - ARJEL - enviou 19 notificações para os operadores ilegais a cessar as suas actividades em França ou terão os seus acessos aos seus sites bloqueados pelo Tribunal Superior de Paris. A prioridade é a luta contra os prestadores ilegais de jogo online, que manifestamente são uma ameaça para o projecto da liberalização em vigor.

A Arjel disse na semana passada que, caso as notificações do Tribunal Superior não sejam honradas, serão tomadas medidas de modo a bloquear o acesso a esses sites através de um despacho com medidas provisórias.

Nenhum dos operadores em questão foram ainda nomeados, no entanto, a Arjel advertiu que as primeiras audiências relacionadas com esta acção poderá ter lugar antes do fim deste mês de Julho".

Até à data a Arjel recebeu 44 pedidos de licenças de jogo, sendo 23 emitidas a 15 operadores, desde a abertura (regulamentação) do mercado de jogo online francês no mês passado. link

Numa entrevista, o presidente da ARJEL - Francois Vilotte - disse que com liberalização do mercado de jogo em França, mais de 80 milhões de euros foram gerados a partir de apostas desportivas online nas quatro semanas desde a abertura do mercado, com mais de um milhão de jogadores registrados em operadores licenciados.

"Nós vemos evidências de que a migração para um centro de oferta legalizada, está no bom caminho", disse Vilotte.

A Arjel também concordou na semana passada organizar encontros regulares entre os serviços responsáveis pela luta contra os operadores do jogo ilegais, a fim de combinar estratégias para ajudar a troca de informações e protocolos entre os vários departamentos, incluindo o escritório do Ministério Público, a divisão de cibercrime da Gendarmaria Nacional e da Directoria Geral de Finanças Públicas e Alfândegas e Impostos.

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Espanha campeã do mundo 2010

12 julho, 2010


A Espanha chegou como favorita à Africa do Sul e de lá saiu com a Taça de campeão do mundo. A desconfiança que se tinha instalado após a derrota inicial com a Suíça transformou a "Roja" que seguidamente passou a jogar finais até ao sucesso. A selecção de Vicente del Bosque é diferente das outras "Fúrias", esta teve a concetração e união necessária para levar os espanhóis ao seu ponto mais alto.

Luís Aragonés já havia dado cara e corpo a uma equipa que venceu o Euro 2008 com seis vitórias em seis jogos. Nas eliminatórias para o mundial 2010, mais dez partidas, nenhum empate ou derrota. Veio o mundial e a Espanha fazia seu jogo: toque de bola curto, movimentação, volume de jogo e vitórias.

Por pura ironia, a equipa que prima pela grande força ofensiva teve o pior score entre os dezanove campeões com oito golos marcados. A defesa, que parecia o sector mais frágil, sofreu apenas dois golos. Se antes a crítica era porque a Espanha tinha grandes nomes, mas não formava uma equipa competitiva, 2010 é um revoluciona essa ideia.

O que a Espanha mais fez no mundial foi competir. E competir não é sinal de jogar puramente pelo resultado. As goleadas só não saíram porque ninguém ousou – ou conseguiu – jogar contra a equipa campeã do mundo. Jogou sempre como quem acreditava que a sua maneira de actuar seria suficiente para ganhar o título.

A Alemanha, na meia-final, não conseguiu ser veloz como havia feito nos oitavos e quartos-de-final. A Holanda, na decisão final, não foi a equipa com posse de bola como havia sido em cinco dos seis jogos no campeonato do mundo,foi uma equipa de marcaçao dura e desleal que apostava exclusivamente em lançamentos de Sneijder para Robben. Houve quem não mudasse a maneira de jogar. A Argentina foi sempre ofensiva e sempre teve problemas na defesa; pagou por isso. O Brasil foi uma equipa com uma defesa forte e do contra-ataque, muito pouco para um futebol tão rico e que poderia oferecer mais.


O golo de Andres Iniesta é a coroação de um óptimo trabalho. Um projecto nunca abandonado: o bonito pode ser bom também. É a prova que apostar no futebol ainda vale a pena.

Mesmo vencendo com toda a justiça, a Espanha poderá lamentar ter recolhido apenas uma distinção individual: foi para Iker Casillas, vencedor da Luva de Ouro. Forlán conquistou a Bola de Ouro, para melhor jogador, e Muller levou dois prémios: o de melhor jovem e a Bota de Ouro, para o melhor marcador, que vence no desempate para Villa, Sneijder e Forlán por terem mais assistências.

Vídeo

Espanha 1-0 Holanda
Iniesta 116´



O Aposta X, coloca para Download em versão HDTV 720p (PT-PT) o jogo da final Espanha 0-1 Holanda, para puder disfrutar em DVD ou no próprio computador.

Em baixo, estão 5 links, os quais terá de fazer o download de cada parte. Feito, extraia-os um a um os ficheiros (winrar), e feito o processo ficará em apenas 1. Depois pode usar o Gom Player para ver em PC, ou gravar para um DVD e assistir no seu sofá.

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5

Fotos: AP

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Pearl Jam - Optimus Alive 2010 - Lisboa (vídeos)

11 julho, 2010


Este é um post especial para os meus leitores fans de Pearl Jam. O Aposta X, não é propriamente um blog de música, mas devido ao material que recolhi no festival Optimus Alive 2010, partilho com vocês grande parte dos vídeos do concerto dos Pearl Jam no passeio marítimo de Algés/Lisboa.

Posso dizer que o concerto foi memorável, teve os célebres clássicos e algumas frases de Eddie Vedder que marcaram especialmente este concerto, presenciado por mais de 45 mil pessoas.


Após cinco ou seis músicas, Eddie Vedder pegou num papel do qual começou a ler em português. "Obrigado por virem ao nosso último show. Não último de sempre, mas último em muito tempo". A estupefação da plateia pressentiu-se. Já em inglês: "Não, é uma coisa boa! Mas mais vale divertirmo-nos, pois não sabemos quando vamos voltar".

A partir desta revelação, o público apegou-se ainda mais ao que tinha em mãos - um Deus do rock em noite sentimental - e o concerto, que já abrira de forma muito intensa e fraternal, com "Release", "Animal" ou "Given To Fly", ganhou contornos verdadeiramente históricos.

Uma das razões pelas quais Eddie Vedder adora o público português - saiu de palco com a bandeira nacional pelas costas - prende-se pelo talento local para a cantoria. "You guys are the best singing crowd in the world!", elogiou emocionado.

Eddie Vedder não se cansou de salientar o papel do público nesta doce despedida dos palcos. "Obrigada por nos convidarem para a vossa festa, por nos deixarem pôr música por cima de vocês, à vossa volta", disse, numa noite em que "Nothing Man", "Daughter", "Even Flow", "Wishlist", "Black", "Why Go" e até a mais recente "Just Breathe" originaram gigantescos coros. "Lisboa, vocês cantam tão bem. Também tocam guitarra?".

No encore, a paixão público-banda consumou-se com músicas delicadas tocadas à guitarra acústica; o incrível coro de "Betterman", que Vedder deixou o público cantar quase na íntegra; surpresas como "Smile"; a obrigatória "Alive" e ainda uma canção cujo refrão era "Portugal, Portugal".

Não sabemos se a pausa a que Eddie Vedder se referiu corresponde apenas ao final da digressão (afinal, mostrou-se ansioso por regressar a casa e rever a família) ou se o "último concerto em muito tempo" anuncia um hiato mais prolongado. Mas depois de um concerto apoteótico como este, é justo dizer que se a Espanha tem (a fazer fé no Polvo Paul) o Mundial, Portugal pode orgulhar-se de ter os Pearl Jam.

ALinhamento de Pearl Jam no Optimus ALive!10 e vídeos (todos filmados por mim)

1. Release

2. Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town


3. Animal
4. Given To Fly


5. In Hiding

6. Unthought Known


7. Nothingman


8. Daughter


9. Even Flow

10. Just Breathe
11. Wishlist


12. Black


13. Glorified G

14. Why Go

15. The End


16. Portugal


17. Public Image

18. The Fixer


19. Wasted Reprise

20. Better Man


21. Smile


22. Once


23. Alive


24. Yellow Ledbetter

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Novos equipamentos dos clubes europeus 2010/2011

09 julho, 2010

Com o arranque da pré-temporada, os principais clubes europeus dão a conhecer as seus plantéis e também os seus novos equipamentos para 2010/2011. Eu já tinha abordado este assunto, com a apresentação do novo kit do Liverpool, e posteriormente os novos trajes de Benfica e Sporting. Neste caso, tiveram total destaque, tal como terá o FC Porto quando for conhecido.

Começando pela Liga Espanhola, grande parte dos principais clubes já divulgaram os seus novos equipamentos 2010/2011.

                                                        FC Barcelona


                                                         Real Madrid


                                                   Atlético de Madrid


                                                         Valencia


                                                         Sevilha


                                                          Espanyol


Quanto à Liga Italiana, também são já conhecidas as camisolas de vários clubes.

                                                             AC Milan



                                                            Juventus


                                                          Inter de Milão

                                                            AS Roma


                                                              Lazio


                                                            Sampdória


                                                                Genova


Na Premier League..

                                                                Arsenal


                                                      Manchester United


                                                             Chelsea



                                                        Newcastle


                                                              Everton


                                                 Manchester City/Tottenham


Em França..

                                                               Marselha


                                                              Paris SG


                                                                  Lyon


                                                             Bordéus


Na Alemanha..

                                                     Borussia Dortmund


                                                        Werder Bremen


Na Holanda..

                                                                Ajax


Na Ucrânia..

                                                       Shakhtar Donetsk


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PMU: Receitas do jogo online em França quadruplicaram após regulamentação

06 julho, 2010


A Pari Mutuel Urbain (PMU), um dos operadores de jogo públicos em França, informou que as suas receitas online quadruplicaram desde a regulamentação do mercado, ocorrido em 9 de Junho de 2010.

Para a PMU, o início da liberalização do mercado de jogo francês, representou um crescimento de 400 por cento com novos clientes no seu site: pmu.fr. correspondente a mais de 9 milhões de visitantes únicos.

Desde então, a Arjel (regulador francês de jogos online) concedeu 23 licenças para dezesseis operadores franceses e estrangeiros, sendo que alguns operadores obtiveram três licenças (Paris Sportifs, Paris Hippiques, Poker.fr), como a PMU ou a BetClic.

Assim, o site pmu.fr registrado em junho, conseguiu mais de 9 milhões de visitantes únicos (+64% em relação a maio de 2010 e + 346% em relação a junho de 2009). A pmu.fr "reforça sua posição como o líder de Paris", afirma Philippe Germond da PMU.

A PMU lançou também um aplicativo (apostas de corridas de cavalo e apostas desportivas) para telemóvel iPhone que gerou um crescimento de mais de 200 por cento.

Quanto à campanha publicitária (TV, imprensa escrita, internet, rádio) para o lançamento do Paris Sportifs, Philippe Germond da PMU diz: "teve um sucesso considerável com o público, suportado por um elevado nível de crescimento do investimento, o que permitiu à PMU atingir uma quota de na ordem dos 23%". A quota de voto é calculada comparando a quantidade de investimento em publicidade de um anunciante no total de todos os anunciantes localizados no mesmo sector de actividade.

                                                     Na foto: Philippe Germond da PMU

Um estudo realizado pelo Instituto de Estudos e Media da Kantar Media, publicado na semana passada, os operadores paris sportifs e Paris Hippiques investiram quase 22 milhões de euros em publicidade entre 8 e 27 de junho.

A PMU não está sozinha neste negócio. Empresas como FDJ (Francaise des Jeux), Bwin, Mangas Gaming, Pokerstars, Partouche and Chili Poker estão também licenciadas e apostam forte em França.

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